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4 de julho de 2011

Aprovada PEC do fim de coligações na eleição proporcional

Ex-candidato a deputado federal, Dorjival Silva ficou satisfeito com a aprovação da proposta

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim às coligações partidárias nas eleições proporcionais.

O relator da proposta, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), apresentou parecer pela aprovação da matéria, proposta pela Comissão da Reforma Política da Casa. O texto diz que serão admitidas coligações só nas eleições majoritárias (disputas para Presidente da República, governador, prefeito e senador). A PEC segue agora para o plenário.

Senadores favoráveis à PEC argumentam que as coligações nas eleições para vereador e deputado federal, distrital e estadual são “passageiras” e visam aumentar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV de partidos considerados grandes e viabilizar maior número de cadeiras por partidos menores. Os contrários alegaram que a PEC conflita com o pluralismo político e que as coligações são um mecanismo para que as siglas consigam superar cláusulas de barreira.

TANGARÁ DA SERRA – Em Tangará da Serra, o ex-candidato a deputado federal e vice-presidente estadual do Partido Republicano Progressista, Dorjival Silva, disse ter ficado satisfeito com a aprovação da PEC pela Comissão e espera que o Senado Federal faça o mesmo.

Segundo ele, seu partido já vem trabalhando com essa possibilidade desde o início do ano. Tanto é que em todas as reuniões realizadas em cidades mato-grossenses, solicitou que as lideranças lutem para encontrar nomes fortes para disputar em chapa pura o pleito eleitoral de 2012.

Neste município, de acordo com o líder do PRP, cerca de 20 pessoas estariam preparadas para concorrer vagas no legislativo municipal. “Mas ainda há espaço para novas lideranças que haverão de surgir até o mês de outubro”, lembrou Dorjival Silva.

Senado tenta barrar PSD e ameaça com lei de infidelidade partidária

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou em caráter terminativo, um projeto de lei que trata da questão da fidelidade partidária, incluindo na legislação em vigor no país uma nova regra que estende a perda de mandato para aqueles que se filiarem a uma sigla nova.

A proposta é do senador Demóstenes Torres (DEM-GO). O caráter terminativo elimina a deliberação em plenário e passa a matéria direto à Câmara Federal.

O DEM é um dos partidos mais atingidos com a criação do PSD, liderada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que leva consigo diversas lideranças da sigla, do PSDB e outros. Para se tornar realidade, a nova legenda precisa apresentar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cerca de 500 mil assinaturas de eleitores de, pelo menos, nove Estados. Na semana passada, Kassab anunciou a conquista de mais de 1,2 milhão de assinaturas e marcou a data para o registro do PSD: 30 de julho.

Agora a luta é contra o tempo. Para disputar as eleições do ano que vem, o partido precisa ser oficializado dentro de 100 dias, mais ou menos o tempo que a legislação que tenta frear a sigla deve levar para tramitar no Congresso.

O presidente da comissão provisória do PSD em Mato Grosso e presidente da Assembleia, José Geraldo Riva (PP), tranquilizou as lideranças que pretendem migrar para a nova sigla. Durante a sessão da quinta-feira, dia (30.06), ele informou que o Senado derrubou o caráter terminativo da matéria, que deverá passar pelo plenário antes de ser encaminhada à Câmara Federal.

Antes, ele declarou ao programa Chamada Geral, da Rádio Mega 95, declarou que não se sente nem um pouco preocupado com o que chamou de “Lei anti-PSD do Demóstenes”. “Se fosse unanimidade na Câmara, o que não é, o projeto levaria pelo menos 90 dias para ser aprovado”, disse.

“Não tinha dúvida nenhuma de que isso é pura balela. Imagine os senhores uma ideia que nasce e termina no mesmo dia num Congresso que não anda para nada”, criticou o deputado após informar os colegas. “Nosso Congresso costuma aprovar rapidamente as reformas, em 20 ou 25 anos”, ironizou.

Em Mato Grosso, os mais atingidos deverão ser os progressistas. O partido deve perder, no Legislativo estadual, cinco dos seis representantes. A nova sigla ainda pode se tornar, junto com o PR, a maior bancada da Casa, caso o democrata Dilceu Dal Bosco também confirme sua filiação.

Entre os representantes mato-grossenses na Câmara Federal, os suplentes Roberto Dorner e Neri Geller, ambos do PP, já anunciaram a migração para o PSD. Eles fazem parte de um grupo de pelo menos 50 deputado federais que pretendem trocar de partido. Além deles, o deputado federal licenciado e secretário de Estado de Ciência e Tecnologia Eliene Lima e o vice-governador Chico Daltro, também progressistas, integram a debandada.

O movimento liderado por Riva, que preside a comissão provisória do PSD no Estado, promete agregar pelo menos 30 prefeitos que vão disputar a reeleição e mais de 200 vereadores. A debandada poderia ser ainda maior se o presidente da Assembleia não freasse o ingresso de novas lideranças.

Agora, a situação pode mudar, já que a aprovação da proposta do Senador, no mínimo, gera um clima de instabilidade. Prefeitos e vereadores que disputarão a reeleição no ano que vem, e deputados que ainda têm três anos de mandato pela frente, devem pensar duas vezes antes de pedir a desfiliação. Com RDNews

Empresário tangaraense assume cargo no diretório estadual do PP

O empresário tangaraense do ramo da construção civil e ex-candidato a deputado estadual, Airto Franchini, é desde a última quinta-feira 30, membro do diretório estadual e vice-presidente do diretório municipal do Partido Progressista (PP). Ele se torna liderança de sua sigla graças ao seu bom desempenho como candidato nas eleições passadas e pelo bom entrosamento com a cúpula estadual que tem como principal expoente o deputado federal licenciado e atual secretário estadual de Saúde, Pedro Henry.


Em entrevista ao O Tangaraense, Franchini expressou muita alegria pelo fato de ser o primeiro integrante do PP no município de Tangará da Serra a compor com o diretório estadual. Igualmente também por ser agora o vice-presidente da legenda no município.

“É claro que a nossa responsabilidade aumenta muita com toda essa confiança depositada em minha pessoa, mas irei fazer tudo que estiver ao alcance pelo fortalecimento do PP em Tangará da Serra e nessa região do estado de Mato Grosso” comentou Franchini.

Uma de suas principais ações nos próximos dias, em conjunto com o presidente municipal da legenda, Nadir Bariviera, será reunir todos os filiados para discutir o fortalecimento da legenda. “Nós queremos um PP fortalecido e mais atuante a partir de agora. Isso vai demandar trabalho, encontros, conversações, e, sobretudo, humildade junto às outras siglas”, frisou.

Ainda na quinta-feira, o vice-presidente municipal manteve contato com liderança de outro partido enraizado em Tangará da Serra trabalhando a abertura de diálogo visando formar uma composição que garanta a participação de seu partido na disputa eleitoral de 2012.

CANDIDATURA – Airton Franchini não declarou se vai disputar as eleições municipais como majoritário nas eleições vindouras. Mas o natural crescimento de seu nome dentro do partido é meio caminho andado para vir a disponibilizar seu nome para participar do pleito eleitoral, caso seja indicado.

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