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23 de fevereiro de 2012

Entrevista com o prof. Dorjival Silva - Acompanhe!

Aos 46 anos, Dorjival Silva é detentor de uma carreira profissional e política de destaque. Há oito anos morando em Tangará da Serra estabeleceu seu próprio negócio (uma agência de publicidade e um jornal Impresso, se formou em Pedagogia e está cursando Marketing, tornou-se presidente municipal e vice-presidente estadual do Partido Republicano Progressista (PRP) e disputou em 2010 uma cadeira na Câmara dos Deputados.
 Hoje, o empresário de comunicação, que já atuou em estados como Rio Grande do Norte, Ceará e Goiás, vem sendo visto pela população local e regional como um nome a se fortalecer ainda mais no plano político.
 Dorjival Silva relata nesta entrevista ser possuidor de muitos planos e projetos que visam auxiliar na melhoria da qualidade de vida dos tangaraenses e todos os mato-grossenses. Revela que, seu sonho ardente, é disputar novamente o cargo de deputado federal, e se eleito, fortalecer o projeto de seu partido que é lançar candidatura majoritária aos governos estadual e nacional nas eleições de 2016. Acompanhe.

Viviane Eko : Natural de Patú (RN), como o senhor veio parar na região médio norte de Mato Grosso

Dorjival Silva: Residia em Goiânia quando decidi me mudar para o Mato Grosso. Ouvia dizer que o estado tinha grande potencial na minha área profissional, mas faltava gente qualificada para trabalhar. Como tinha conhecidos em Brasnorte, fui direto para lá, onde atuei até vir para Tangará da Serra, como secretário municipal de comunicação do governo da prefeita Isolete Correia Rodrigues.

VE: Por que o senhor veio para Tangará da Serra

DS: Poderia ter me mudado para Sorriso, Sinop ou Alta Floresta. Mas por vir mantendo contatos profissionais há três anos em Tangará da Serra, e vendo de perto que sua boa infraestrutura me permitia dar passos mais longos, associei isso à vontade que minha esposa tinha de cursar a faculdade de Biologia, na Unemat, e me mudei.



VE: Como se sentiu ao chegar para morar em Tangará da Serra


DS: Na primeira semana que aportei na cidade, comecei a trabalhar na Rádio Pioneira. Enfrentei momentos de dificuldades por conta do baixo salário que recebia. Todavia, tinha o entendimento que aquela situação seria passageira, como foi. Logo abri meu próprio negócio e as coisas positivas começaram a acontecer uma após outra. Trabalhei de empregado, depois instalei uma agência de publicidade, fundei o extinto Jornal da Cultura, e hoje, ajudo minha esposa, a bióloga e acadêmica de Administração de Empresas (Unemat), Franciele Caroline, a administrar o Jornal O Tangaraense.



VE: O senhor também ingressou na política. Como isso aconteceu e o que te motiva a querer permanecer nela



DS: A política entrou no meu sangue desde os tempos que cursava Ciências Sociais na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte. Ora me portando como radical esquerdista, ora de centro esquerda, me tornei um político.  Poderia ter sido vereador, prefeito ou até mesmo deputado estadual no RN. Minha família queria isso. Porém, meus planos eram outros naquele momento. Morando em Mato Grosso e atuando diretamente com questões políticas, o desejo de entrar na vida pública voltou a pulsar. No começo de 2009 recebi um telefonema de Arquibaldo Junqueira, então presidente regional do Partido Republicano Progressista, perguntando assim, “na bucha”, se eu toparia assumir a presidência do PRP em Tangará da Serra. A resposta positiva ao convite saiu naquele mesmo minuto. O crescimento do partido no município e o bom convívio que mantenho com suas principais lideranças me motivam a acreditar que mais cedo ou mais tarde chegaremos à favorável condição de servir melhor a partir do executivo e legislativo a população tangaraense.



VE: O senhor sonha em ser vereador ou prefeito de Tangará da Serra


DS: Desde o primeiro momento que me tornei dirigente partidário trabalho um projeto para fazer o PRP chegar, mais cedo ou mais tarde, ao executivo e o legislativo. Nosso partido tem excelentes nomes para tornar real esse projeto.  Mas, quanto a querer me candidatar para ocupar uma vaga na Câmara Municipal ou ao posto de prefeito, isso ainda não está em meus planos. Embora esteja sendo pressionado, pelas executivas nacional, estadual e nossos filiados, a assumir a condição de pré-candidato a prefeito, tenho insistido veementemente que essa ainda não é nossa hora. Isso não quer dizer que o PRP não participe ativamente das eleições deste ano, buscando com todas as forças junto ao eleitorado a oportunidade de representá-lo nas esferas executiva e legislativa.



VE: O senhor tem repetido reiteradamente em suas entrevistas aos veículos de comunicação da cidade, que pretende disputar novamente uma cadeira na Câmara dos Deputados. O senhor acredita mesmo que poderá triunfar disputando um cargo tão concorrido numa conjuntura política tão dominada por “coronéis” como a que persiste em Mato Grosso


DS: Parto do princípio de que nada é impossível para aquele que trabalha boas ideias e projetos. E eu não estou sozinho nesse projeto. As centenas de famílias mato-grossenses, e especialmente de nossa região, que votaram em Dorjival Silva nas eleições de 2010, não o fizeram por falta de boas opções. Todos são minhas testemunhas que por pura inexperiência protocolei com atraso duas das muitas certidões exigidas pelo TRE para garantir minha candidatura. Quando ganhei no TSE o direito de concorrer ao pleito foi tarde de mais. Somando-se isso, à falta de estrutura até então e por disputar por uma “frentinha” com poucos nomes de expressão eleitoral, era certo que não poderia alcançar grande resultado nas urnas. Mesmo assim, uma base sólida foi instituída. Tornei-me conhecido em Mato Grosso. Fui nomeado pela executiva nacional, vice-presidente estadual do PRP com a responsabilidade de fundar comissões provisórias em todos os municípios do interior. Incumbência que tenho cumprido com determinação. Com isso quero afirmar que Dorjival Silva teria sim, na hipótese de vir a disputar outra vez uma cadeira na Câmara Federal, boas chances, mesmo disputando com “coronéis”.



VE: Caso venha mesmo a disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados em 2014, com quem o senhor gostaria de contar naquela ocasião


DS: Primeiramente precisarei da compreensão e apoio de todos os cidadãos e cidadãs que moram nessa região do pólo de Tangará da Serra.  Sozinho, nosso município ainda não teria condições de eleger um deputado federal. Mas, Tangará da Serra e mais cinco ou seis municípios elegeriam um federal com muita tranquilidade. Isso seria completamente possível se todas as lideranças políticas locais e da região se unissem nesse propósito. As outras regiões pólos de nosso estado compreenderam isso e hoje têm sua representação na Câmara Federal. Juína, uma cidade 50% menor que Tangará da Serra, acreditou e por pouco não tem hoje seu representante na Câmara dos Deputados. Chegou a ter por poucos meses. Lucas do Rio Verde viu seu cidadão por mais de ano em Brasília. Sinop também. Como disse: caso seja novamente candidato a deputado federal, precisarei intensamente da compreensão da população e todas as autoridades políticas de minha cidade, principalmente.



VE: E sobre o quadro sucessório em Tangará da Serra, o senhor já teria alguma posição


DS: Até agora tenho conversado sobre uma possível coligação majoritária apenas com o PC do B. No entanto, o PRP está aberto a conversações com todas as siglas políticas. Temos 21 pré-candidatos ao cargo de vereador e dois nomes que poderão, em tempo oportuno, serem apresentados como pré-candidatos a prefeito ou vice. No geral, creio que a campanha eleitoral desse ano, não será tão turbulenta como as recentemente passadas. A Lei da Ficha Limpa vai contribuir para termos candidatos com novos perfis. Com isso, Tangará da Serra terá grandes chances de ter um governo bem diferente de todos que já teve até então. Mas já estou certo que não votarei e nem recomendarei ao eleitor que vote em quem já passou pelo governo. Precisamos realmente de cara nova na administração municipal.



VE: Sobre os fatos políticos mais recentes registrados em Tangará da Serra o que senhor tem a dizer


DS: Acompanhei a tudo com muita indignação. E confesso nunca ter pensado que o nome de nossa cidade fosse tão enlameado como o foi por atitudes desastradas de meia dúzia de gananciosos. O troca-troca de gestores causou muito mal estar à população. E, além disso, trouxe enorme descrédito para o município no cenário estadual. Tangará da Serra e seu povo foram vítimas de gozação e zombaria, enfim, essa página obscura precisaria ser banida de nossa história.



VE: O senhor acredita que esse trauma será superado pela população tangaraense


DS: A população tangaraense vem acumulando em suas lembranças fatos muito ruins que aconteceram em outros governos. O que aconteceu mais recentemente não foi apenas um fato isolado. Mas, uma continuidade de práticas repreensíveis e, portanto, inaceitáveis pela população. Apagar da mente o que aconteceu no campo político em Tangará da Serra não será coisa fácil. A menos que um governo totalmente desassociado das personagens e partidos políticos protagonistas dos escândalos, seja constituído pela via do voto popular. 



VE: O senhor acredita que Tangará da Serra tem condições de eleger esse novo governo já nessas eleições


DS: Se todos os eleitores tangaraenses tivessem essa consciência, com certeza, elegeríamos um governo totalmente diferente em outubro próximo. Porém, nem todos os cidadãos e cidadãs têm esse entendimento ainda. E pior, o mais agravante na situação, é a força do poderio econômico de alguns pré-candidatos. Lamentavelmente, nas próximas eleições, os candidatos mais próximos dos anseios da população serão patrolados pela força do capital. Ou seja, será prefeito quem tiver mais dinheiro. Todavia, nem por isso, candidatos de partidos pequenos e sem boa soma de recursos estruturais para a campanha devem se amedrontar. Tem mais é que ir pra cima.



VE: Para finalizar, o que seria prioridade hoje para Tangará da Serra


DS: Penso que nossa maior preocupação nesse momento e no pós-eleições, deveria ser a de tirar o município do isolamento político e geográfico em que se encontra. Depois, precisaríamos trabalhar políticas que incentivassem o crescimento econômico e social de todos.  Somando-se isso a pesados investimentos nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e habitação, já seria um grande começo. Por fim, diria que Tangará da Serra por si só já é uma cidade vocacionada para o crescimento e passando a contar com uma gestão comprometida com isso, já seria de bom tamanho. Espero que o próximo gestor veja nosso município como uma grande empresa que precisa ser  bem administrada para o presente e o futuro. Obrigado!

17 de fevereiro de 2012

Pesquisa indica que 3,8 milhões de jovens estão fora da escola

Na faixa de 15 a 17 anos, apenas 83,3% estão inseridos no sistema de ensino, o que representa 1,7 milhão de jovens fora da escola

Estudo feito pelo movimento Todos pela Educação aponta que 3,8 milhões de crianças e jovens entre 4 e 17 anos estavam fora da escola em 2010. Na década (2000-2010), entretanto, houve um aumento de

9,2% na taxa de acesso à escola, segundo o estudo De Olho nas Metas 2011, divulgado semana passada.

A Região Norte registrou o maior aumento na frequência ao sistema de ensino, com crescimento de 14,2%, o que possibilitou o atendimento de 87,8% das crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos. A Região Sudeste teve o menor avanço na década, expansão de 8%. Ainda assim, é a parte do país com maior índice de jovens matriculados, 92,7%.

No Brasil, a taxa de inclusão escolar chega a 91,5%. Mesmo com o acréscimo nas taxas de frequência, o relatório aponta que o país não conseguiu superar a meta intermediária (de 93,4% de acesso) estabelecida para o ano de 2010.

Com o maior número de jovens em idade escolar (17,3 milhões), a Região Sudeste registra o maior número de crianças e adolescentes fora da escola (1,27 milhão). Desses, 607,2 mil estão no estado de São Paulo, unidade da federação com maior número de jovens sem estudar.Percentualmente, no entanto, apenas 7% dos paulistanos entre 4 e 17 anos não frequentam a escola.

Na Região Norte são 579,6 mil jovens que não estão estudando. O Acre é o estado com a pior taxa de inclusão, 85%, o que representa 35 mil crianças e adolescentes fora do sistema de ensino.

As taxas de acesso à pré-escola permanecem em patamares muito mais baixos que os estabelecidos pelas metas. Crianças de 4 e 5 anos têm a menor taxa de atendimento (80,1%). Na Região Norte, apenas 69% das crianças que deveriam estar na pré-escola estão estudando.

O ensino médio também apresenta uma taxa de frequência menor do que a média. Na faixa de 15 a 17 anos, apenas 83,3% estão inseridos no sistema de ensino, o que representa 1,7 milhão de jovens fora da escola. O menor percentual de acesso é registrado novamente no Norte (81,3%).

O estudo De Olho nas Metas é um relatório anual cujo intuito é acompanhar indicadores educacionais ligados às cinco metas estabelecidas pelo Todos Pela Educação para serem cumpridas até 2022. A primeira meta é chegar ao índice de 98% ou mais das crianças e jovens de 4 a 17 anos matriculados e frequentando a escola no prazo de dez anos.

80 mil ficaram fora da escola em Mato Grosso no ano de 2010

Mato Grosso deixou mais 80 mil crianças e adolescentes fora das salas de aula em 2010, de acordo com estudo De Olho nas Metas 2011, realizado pelo movimento Todos pela Educação (www.todospelaeducacao.org.br). São crianças e jovens de quatro a 17 anos que não tiveram acesso à educação pública.

Ficaram sem estudar 32,4 mil jovens entre 15 e 17 anos. Já entre as crianças de quatro a cinco anos, 30 mil ficaram sem ir a escola em Mato Grosso. De acordo com o levantamento feito pelo estudo, em 2011 o estado tinha 759,816 pessoas com idade entre 4 e 17 anos, dos quais apenas 679.258 foram a escola.

O trabalho realizado pelo movimento abrange todo o país. De acordo com dados do site do grupo, 3,8 milhões de crianças ficaram sem estudar em todo o país em 2010.

As análises foram feitas com base nos resultados preliminares da amostra do Censo Demográfico 2010, disponíveis no Sistema do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de Recuperação Automática (Sidra).

Estudantes serão orientados sobre serviço do Samu e primeiros socorros

A partir do próximo mês, alunos das 7ª e 8ª séries e todos os professores da rede municipal de ensino de Tangará da Serra receberão orientações sobre o “Funcionamento do Samu e primeiros socorros”. De acordo com a coordenadora do Samu, Cláudia Cunha de Oliveira, as informações aos estudantes, em forma de palestra orientativa, serão repassadas pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência-Samu (conforme plantão), e abordarão desde índices de acidentes de trânsito, trotes e casos clínicos, até como os professores, em especial, devem proceder diante de uma ocorrência, como e quando acionar o serviço.

“A gente chegou a um consenso de que precisávamos fazer um trabalho educacional nas escolas realmente para divulgar o trabalho do Samu e informar a população sobre os atendimentos”, comentou a coordenadora, destacando que iniciarão o trabalho com os estudantes para que eles sejam também multiplicadores dessas informações. “A intenção é divulgar o serviço de forma correta e a orientação”.

Ainda como parte do trabalho de orientação, a coordenadora destacou o projeto que está sendo desenvolvido junto a TV Cidade Verde a fim de diminuir o número de acidentes em Tangará da Serra que, segundo ela, crescem a cada dia e estão ficando cada vez mais graves.

“Uma das nossas ações é fazer com que a população se conscientize e esses índices diminuam. Além disso, outro ponto que queremos trabalhar são os trotes que geram transtornos não somente ao Samu, mas para toda a população. Por isso estamos iniciando esse projeto para ajudar a ter uma melhoria no município e com isso diminuir os índices em Tangará”, finaliza. Da Assessoria

Tangará da Serra tem primeiro caso de dengue hemorrágica confirmado em Mato Grosso

O primeiro caso de dengue hemorrágica em Mato Grosso foi diagnosticado no município de Tangará da Serra. O caso foi confirmado pelos médicos após exame de sangue realizado este ano. A vítima é um menino de sete anos, que está internado em observação na Unidade Mista de Saúde do município.



Conforme a unidade hospitalar, há uma semana o garoto foi diagnosticado com infecção da garganta por um médico e teve de retornar após piorar o estado de saúde. Segundo a mãe do menino, Íris de Carvalho de Jesus, seu filho vinha sentindo muita febre, dor no corpo, dor de cabeça e vômito.



No domingo (12), o menino retornou à unidade de saúde e os exames comprovaram que ele estava com dengue, segundo a mãe. A criança permanecerá internada sem previsão de alta. Segundo os médicos que o atenderam, o estado dele atualmente é bem melhor desde a sua internação. Os exames indicam uma boa evolução na produção de células responsáveis pela coagulação do sangue.



"Eu jamais pensei que isso fosse acontecer comigo, porque a gente vê isso na televisão e não espera que vá acontecer com os nossos filhos ", declarou Íris de Carvalho.



Dede o mês de janeiro, Tangará da Serra já notificou 18 casos de dengue, sendo o primeiro com suspeita de dengue hemorrágica. TVCA

Apoiado por Wagner, empresário tenta prefeitura como fato novo

Morador em Tangará da Serra há 34 anos, o executivo e administrador na área de mineração Rubens Jolando, da Calcário Tangará, e presidente da Apae desde 2007, surge como espécie de fato novo na lista de pré-candidatos a prefeito. Ele está filiado ao PR e tem como principal cabo eleitoral o deputado estadual Wagner Ramos, que nas pesquisas feitas no ano passado aparecia na liderança na corrida à sucessão municipal. Wagner já definiu que está fora do páreo e que vai apoiar Rubens. Ambos visitaram a sede do RDNews, em Cuiabá na semana passada.

Rubens se mostra empolgado com a possibilidade de concorrer, pela primeira vez, a um cargo eletivo. Ele defende coalizão das forças políticas locais e dos partidos. Entende que todos deveriam fazer um "pacto por Tangará da Serra", que há anos sofre por causa da instabilidade política, devido a brigas jurídicas e eleitorais que resultaram na passagem de cinco na cadeira de prefeito somente neste mandato. Ele aderiu ao PR em 29 de setembro do ano passado, incentivado por um grupo de empresários, amigos e correligionários e, especialmente, por Wagner Ramos, que prefere continuar atuando e ampliando base como representante dos municípios do Médio-Norte na Assembleia.

"Gosto do coletivo, da coisa pública", destaca Rubens, contador e com formação em ciências econômicas e que desde os anos 1970, quando morava em Barra do Bugres, está à frente da administração de grandes empresas e com foco em gestão autera e, como ele diz, "focado no futuro". O empresário e executivo da Usina Itamarati, que gera cerca de 5 mil empregos, e que também participou da fundação da Barralcool, destaca que vem dando contribuição social, especialmente como presidente da Apae, cujo mandato se encerra dia 15 deste mês. A entidade conta com 67 funcionários e 278 alunos e movimenta orçamento de R$ 1,5 milhão por ano, 25% do valor custeado pela população.

Perfil e planos

Com perfil mais técnico que político e motivado pelo que chama de "olhos para o social", Rubens Jolando acumula também a função de diretor de Comércio e Serviços da Associação Empresarial e Comercial de Tangará da Serra e evita críticas aos possíveis adversários e não entra em confronto com o prefeito Saturnino Masson (PSDB), que sinaliza para disputa à reeleição.

Diz entrar no páreo com "espírito empreendedor" e na esperança de agregar a todos. Segundo Rubens, Tangará, cidade-pólo do Médio-Norte, "é carente na área social" e entende que necessita de gestor que priorize esse setor, que seja estrategista para buscar investimentos e que atue com austeridade para controlar os gastos públicos.

O deputado Wagner rasga elogios a Rubens. Diz que o amigo de legenda "tem perfil ideal para ser o próximo prefeito porque é simples, carismático, possui credibilidade, é culto e não quer briga com ninguém e busca unificar o município". Embora ensaie candidatura própria, o PR é da base do prefeito Saturnino e acredita que o tucano deva apoiar o nome de Rubens. Wagner Ramos aposta numa ampla aliança e observa que, curiosamente, a legenda republicana está integrada à coligação que apóia a presidente Dilma Rousseff, o PMDB do governador Silval Barbosa e o PSDB do prefeito Saturnino. "Podemos ter alianças com qualquer partido", avalia o parlamentar. Fonte: RDNews

Ex-vice prefeito petista de Tangará da Serra permanece afastado por decisão do TJ

A Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (de Direito Público) manteve na terça-feira (14.02)) o afastamento do vice-prefeito de Tangará da Serra, petista José Jaconias da Silva. De acordo com o relator do recurso, desembargador Luiz Carlos da Costa, há motivos para que o agravante permaneça longe do cargo, em virtude da gravidade das acusações, principalmente porque elas se referem a desvios de verba da saúde, cujo resultado é sofrimento e morte para a população.



José Jaconias da Silva foi cassado por improbidade administrativa quando exercia a função de prefeito, em decorrência do afastamento do prefeito Júlio César Ladeia, também pela acusação de suposta prática de atos de improbidade administrativa. Nesta terça, a mesma Câmara analisou o recurso e manteve o afastamento do vereador cassado Celso Ferreira e do suplente de vereador Celso Vieira. Sustentou o relator que conservar o afastamento dos acusados é necessário para que os fatos sejam apurados sem que eles prejudiquem a investigação.

De acordo com ação civil pública movida pelo Ministério Público, os gestores causaram prejuízo de R$ 6 milhões aos cofres públicos com a contratação da Oscip Idheas, em 22 de setembro de 2009, para administrar a saúde pública no município. A contratação foi feita pelo prefeito Ladeia, mas Jaconias foi incluído na ação sob acusação de ter renovado o termo de parceria no período de cinco meses em que comandou a prefeitura durante o tratamento de saúde de Ladeia. Da Assessoria

Coluna: Tangará-Brasília


Quem não se lembra da então ministra Dilma Rousseff respondendo ao senador Agripino Maia, no senado, que quis mostrá-la como alguém não confiável, por ter a mesma afirmado que mentiu sob tortura? Dilma respondeu: “a mentira, nem sempre é maléfica, alías em muitos casos ela é uma virtude e sinal não de covardia, mas de coragem.”


Agora não estamos falando mais em mentir sob tortura, mas, mentir para seu eleitorado, para o povo, ou será que ela continuaria dizendo que a mentira, nesse caso, também é uma virtude, quando disse que não iria fazer privatizações, que respeitaria a liberdade de imprensa, e a não repressão a grevistas e alianças com partidos espúrios?


O PT comemorou seus 32 anos colidindo com alguns dogmas que o marcaram como um partido de massa. O PT privatizou, desceu o cacete nos grevistas e continua fazendo alianças com partidos que representam o que há de pior no “centro-direita”.



Como sempre os petralhas renegaram privatizações para as concessões à iniciativa privada dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos. E tiveram a cara de pau profissional de classificar a repressão vigorosa, coordenada pelo governador petista Jaques Wagner e por Dilma, à greve da polícia militar da Bahia. O feio mesmo foi à falta de explicações para a aliança com o PSD de Gilberto Kassab, em SP, em benefício da candidatura de Fernando Haddad patrocinada por Lula.



O companheiro de armas de Dilma durante a ditadura, o mensaleiro José Genoíno admitiu que o PT amadureceu e disse: “a paisagem da janela que se vê da oposição é diferente da que se vê quando está no governo”... bonitinho, mas ordinário!

Silval é dono de 73 veículos de comunicação

Ex-prefeito, ex-deputado estadual e governador desde 2010, Silval Barbosa já é considerado um dos maiores empresários da comunicação do Estado, assim como Dorileo, do Grupo Gazeta; Ueze Zahran, do Grupo Zahran; Luiz Carlos Beccari, do Grupo Cidade Verde; e Roberto Dorner, do Grupo Dorner. O peemedebista é dono de nada menos que 73 veículos, entre rádios e emissoras de TV, especialmente nas regiões Norte e Médio-Norte. Nem todos estão em nome de Silval. A sociedade é dividida com membros da família e com alguns políticos locais.
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Silval Barbosa já avisou aos pré-candidatos a prefeito do PMDB que não vai liberar um centavo para a campanha eleitoral. O governador deixou claro que cada candidato do partido e também aliados de outras legendas precisam se virar para buscar estrutura logística e financeira.
O máximo que o governador fará, e isso se ele entender conveniente, será subir no palanque.
O pequeno município de Santo Afonso, no interior de Mato Grosso, está há cinco anos sem registrar um só homicídio. De acordo com o prefeito Sílvio Souto (PSD), os mais de três mil habitantes de seu município nem mesmo se lembram o nome da última pessoa que teria sido assassinada. Por outro lado, o consumo de drogas parece começar a perturbar as autoridades.

A Câmara dos Deputados espera apreciar em Plenário o novo Código de Processo Civil (CPC) até o início de março. O novo texto foi aprovado no Senado e recebeu na Câmara 900 emendas, além de centenas de contribuições feitas pela internet por cidadãos em geral.
Geração de inválidos
A violência no trânsito, sobretudo em duas rodas, vem formando uma geração de jovens aposentados por invalidez. Entre os anos de 2005 e 2010, os acidentes de trânsito mais do que triplicaram, subindo de 31 mil para 152 mil por ano; e as motos são responsáveis por mais de 70% deles. Os casos de invalidez permanente envolvem principalmente vítimas em plena idade economicamente ativa (entre 18 e 44 anos).
Os políticos desmoralizaram a política com um objetivo central. Qual objetivo? Fazer com que as pessoas de bem tenham vergonha de fazer política, embora a vida partidária seja um direito constitucional assegurado a todos os cidadãos.  O que os maus políticos querem, no fundo, é reserva de mercado para que continuem comandando o show de maracutaias que vêm realizando há anos. Não querem que ninguém ético atrapalhe os planos deles.

Tangará da Serra permanece isolada geográfica e politicamente. Os destinos da cidade não estão bem claros. E isso tem evitado até mesmo que a classe política "superior" olhe para nossa terra e nossa gente. Não sabemos como esse chegará ao fim.
Depois de causar enorme repercussão negativa a notícia de que Tangará da Serra não será rota da Copa de 2014, a classe política dominante, envergonhada de sua tamanha incompetência, tenta a todo custo passar para a sociedade que o município ainda poderá ser incluso na lista do Ministério do Turismo. É pura Balela. Conversa prá boi dormir.  Tangará da Serra está fora. Não será rota turística nem aqui nem na China. Parabéns, seus incompetentes!

Em nome do sossego                         
É proibido o uso do intolerável paredão de som em ruas, praças e ambientes de acesso popular em várias cidades brasileiras. A lei que estabelece limites e sanções aos infratores, diz que quem for flagrado praticando o delito tem seus equipamentos apreendidos e ainda pagará multa de 300 vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência do (UFIR). A lei do sossego das pessoas é uma realidade, embora poucos a respeite.

Colíder e Tangará sediam fases classificatórias da Copa MT de Vôlei

A Federação Mato-grossense de Vôlei definiu três das quatros cidades sedes das fases classificatórias da Copa Mato Grosso de Vôlei. Cuiabá sediará a metropolitana (Centro), de 5 a 8 de abril, e Tangará da Serra a Oeste, de 27 a 29 do mesmo mês. Colíder (Nortão) terá jogos porém, a data ainda será definida, bem como o local da sede da região Sudeste. As semifinais e finais serão em Cuiabá, de 7 a 17 de junho. A competição valerá vagas na fase Centro-Oeste da Liga Nacional 2013.

As inscrições para as equipes, masculinas e femininas, estão abertas até dia 29. O congresso será em março, no dia 17.

Ano passado, o ICE Cuiabá levou o título da terceira edição da competição, na categoria feminina, após vencer a AABB/Sinop. No masculino, Lucas do Rio Verde conquistou o título de bicampeão ao vencer Cuiabá.

16 de fevereiro de 2012

Diretora do O Tangaraense inicia curso superior em Administração de Empresas

Caroline no dia de sua colação de grau como Bióloga (2009)
Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Mato Grosso, a diretora administrativa do Jornal O Tangaraense, Franciele Caroline Silva (27),  iniciou nesta quinta-feira 16, mais uma jornada acadêmica.

A bióloga passou a cursar a faculdade de Administração de Empresas na própria Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) campus de Tangará da Serra.

Orgulhosa, nossa equipe torce para que Caroline obtenha grande proveito em seu segundo curso superior, e melhor, oferecido por uma universidade pública, do porte da Unemat.

Casada com o empresário de comunicação, professor Dorjival Silva, a nova acadêmica unematiana é mãe de Sofia Katarine de Silva (07).

15 de fevereiro de 2012

Ex-vice-prefeito Jaconias da Silva permanece afastado por decisão do TJ

Jaconias à direita: momento de felicidades ao lado de Ladeia (esq).

A Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (de Direito Público) manteve nesta terça-feira (14 de fevereiro) o afastamento do vice-prefeito de Tangará da Serra, José Jaconias da Silva. De acordo com o relator do recurso, desembargador Luiz Carlos da Costa, há motivos para que o agravante permaneça longe do cargo, em virtude da gravidade das acusações, principalmente porque elas se referem a desvios de verba da saúde, cujo resultado é sofrimento e morte para a população.

José Jaconias da Silva foi cassado por improbidade administrativa quando exercia a função de prefeito, em decorrência do afastamento do prefeito Júlio César Ladeia, também pela acusação de suposta prática de atos de improbidade administrativa. Nesta terça, a mesma Câmara analisou o recurso e manteve o afastamento do vereador cassado Celso Ferreira e do suplente de vereador Celso Vieira. Sustentou o relator que conservar o afastamento dos acusados é necessário para que os fatos sejam apurados sem que eles prejudiquem a investigação.

De acordo com ação civil pública movida pelo Ministério Público, os gestores causaram prejuízo de R$ 6 milhões aos cofres públicos com a contratação da Oscip Idheas, em 22 de setembro de 2009, para administrar a saúde pública no município. A contratação foi feita pelo prefeito Ladeia, mas Jaconias foi incluído na ação sob acusação de ter renovado o termo de parceria no período de cinco meses em que comandou a prefeitura durante o tratamento de saúde de Ladeia.

14 de fevereiro de 2012

Milhares de internautas vêm acessando videos de Dorjival Silva

Ladrão leva mais de R$ 400 mil em jóias guardadas em uma chácara

A Polícia de Tangará da Serra, cidade do médio Norte de Mato Grosso, investiga um roubo ocorrido neste final de semana em uma chácara próximo a cidade, localizada a 210 quilômewtros de Cuiabá. De acordo com a Polícia Militar, um homem roubou cerca de R$ 400 mil em jóias da casa localizada na chácara. 
 

A vítima, M.R., de 30 anos, que mora no centro da cidade, acionou a PM depois que chegou na chácara e encontrou a porta arrombada e deu falta nos produtos, que de acordo com nota fiscal, apresentada por ela, estão avaliados em quase meio milhão de reais.
   
O fato, segundo a vítima, ocorreu entre as 18h de sábado e as 5h de domingo – período em que não tinha ninguém na residência. A PM acredita que apenas um homem tenha agido e que ele tenha arrombado a porta com um martelo e uma foice.
   
Na região onde o fato ocorreu a PM encontrou rastros de um veículo baixo e de uma motocicleta que seguiu por entre um canavial com destino ao distrito de Progresso, perto da cidade de Tangará. Alexandre Rolim

10 de fevereiro de 2012

Unemat divulga novas chamadas do Vestibular 2012/1

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) divulgou a lista de terceira chamada para cursos regulares, parceladas e segunda chamada para as turmas oferecidas na modalidade Ensino Aberto a Distância (UAB), do vestibular 2012/1. A consulta pode ser feita no site www.unemat.br.

Os convocados para cursos regulares dos campi de Alta Floresta, Barra do Bugres, Cáceres, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Sinop e Tangará da Serra devem efetuar a matrícula nos dias 10 e 13 de fevereiro, diretamente na Supervisão de Apoio Acadêmico. O mesmo período vale para os cursos ofertados por meio das Parceladas, no campus de Luciara e núcleo de Vila Rica.

Para acadêmicos da UAB, em Administração Pública, Licenciatura em Ciências Biológicas e Licenciatura em Física, a matrícula será feita nos polos de apoio presencial até 14 de fevereiro.

Documentos - Para efetuar a matrícula é preciso apresentar originais e fotocópias de: certificado de conclusão de Ensino Médio, histórico escolar, RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, título de eleitor, comprovante de quitação eleitoral, comprovante de quitação com o serviço militar, foto 3x4 recente.

Para os candidatos aprovados por meio das cotas, além dos documentos mencionados, é necessário apresentar auto-declaração do grupo racial, declaração expedida pela escola que comprove ter cursado o Ensino Fundamental e Médio em escola pública ou em escola particular com bolsa de estudo e comprovante de que reside há pelo menos três no Estado de Mato Grosso.

Os candidatos que não efetuarem a matrícula no prazo perdem a vaga e o próximo classificado será convocado.

Calendário acadêmico - As aulas dos cursos regulares tiveram início no dia 08 de fevereiro em todos os campi. Já as turmas ofertadas na modalidade a distância têm início em 02 de março. Cursos na modalidade Parceladas terão início em data divulgada posteriormente, por meio de edital complementar, mas o prazo para a matrícula.

Mais informações:
www.unemat.br

9 de fevereiro de 2012

Agropecuária lidera demissões em Tangará da Serra

As diversas empresas e indústrias instaladas em Tangará da Serra aumentaram a quantidade de trabalhadores demitidos em dezembro. O saldo é de 216 trabalhadores dispensados a mais, resultado de aproximadamente 1 mil desligamentos para 806 admissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com base nas contratações formais, ou seja, com carteiras assinadas.

A agropecuária foi o setor que mais contribuiu para o resultado negativo, terminando com a demissão de 81 profissionais a mais. Em seguida estão prestação de serviços (- 61), construção civil (- 33), comércio (-27), indústria de transformação (-12) e extrativismo mineral (-2).

O resultado negativo no período não ocorreu apenas no município.  O cenário foi semelhante em Sorriso ( -562), Alta Floresta ( -267) e em Sinop (-603), por exemplo. No Estado, foram 13,7 mil funcionários dispensados a mais no mês.

Por outro lado, Tangará terminou o ano com saldo positivo de 328 trabalhadores admitidos a mais, resultado de 13,2 mil contratações para 12,9 mil demissões entre janeiro até dezembro. No Estado, o resultado final foi de 33,6 mil empregos celetistas gerados.

8 de fevereiro de 2012

Workshop Multiprofissional dará início a projeto voltado à qualidade de vida

Assessoria -


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) promove nesta quinta-feira (09.02), no Anfiteatro do Centro Cultural, em Tangará da Serra, o I Workshop Multiprofissional “Qualidade de Vida”.


O evento será dividido em dois turnos, sendo o primeiro pela manhã, com início às 07h00, e o segundo à tarde, começando às 13h00, tendo os servidores da pasta como público alvo. A abertura do evento contará com as presenças do prefeito municipal Saturnino Masson, do vice-prefeito, Idail Trubian, e do secretário de Saúde do município, Jairo José dos Santos Ayres.


A promoção é coordenada pelo Comitê de Novos Projetos da SMS e marcará o início do programa “Invista em sua saúde para não perder tempo com sua doença”, cujo objetivo é a qualidade de vida da população do município através de adoção de hábitos de vida saudáveis, fortalecendo a saúde e, assim, prevenindo doenças. O programa se estenderá ao longo deste ano com vários eventos e campanhas.


O I Workshop Multiprofissional “Qualidade de Vida” contará com cinco palestras e entrega de certificados aos participantes. Os temas e os respectivos palestrantes são “Obesidade” (palestrante Dr. Marco Antônio Pereira), “Hipertensão Arterial Sistêmica” (Dr. Eli Ambrósio), “Diabetes Mellitus” (Drª. Heloísa Campos Araújo), “Alimentação Saudável e Orientações” (Drª. Márcia Souza) e “Atividade Física e Cuidados Posturais” (Drª Gicelly Souza).

67% veem Judiciário como pouco honesto, aponta FGV

Valor Econômico -
Duas em cada três pessoas consideram o Judiciário pouco ou nada honesto e sem independência. Mais da metade da população (55%) questiona a competência desse Poder. A má avaliação do Judiciário como prestador de serviço piorou ainda mais ao longo dos últimos três anos segundo pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

De acordo com levantamento da Escola de Direito da FGV, coordenado pela professora Luciana Gross Cunha, 89% da população considera o Judiciário moroso. Além disso, 88% disseram que os custos para acessar o Poder são altos e 70% dos entrevistados acreditam que o Judiciário é difícil ou muito difícil para utilizar.

Desde 2009, quando a pesquisa sobre o Índice de Confiança no Judiciário começou a ser feita, a percepção da população sobre a Justiça só piorou. No primeiro levantamento, feito no segundo trimestre de 2009, o índice era de 6,5, em uma escala de zero a dez. Na pesquisa mais recente, do quatro trimestre do ano passado, caiu para 5,3 — índice um pouco melhor do que foi registrado no último trimestre de 2010, 4,2.

A coordenadora da pesquisa explicou que a avaliação geral da população “sempre foi ruim” em relação ao Judiciário, mas piorou por conta de problemas ligados a custos e morosidade. Para Luciana Gross Cunha, isso coloca em xeque a credibilidade do Judiciário. “Leva a essa maior descrença”, comenta a professora da FGV.

7 de fevereiro de 2012

Tangará da Serra não pode mais efetuar cobrança de IPTU dos períodos de 1996, 1998 a 2000

A Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (de Direito Público) não acolheu recurso interposto pelo Município de Tangará da Serra e ratificou sentença proferida pelo Juízo da Quarta Vara Cível da comarca, que declarou prescrito o crédito tributário referente à cobrança de IPTU dos períodos de 1996, 1998 a 2000, nos autos de ação de Execução Fiscal nº 3609-09.2001.811.0055.

A sentença foi fundamentada na existência do lapso de mais de cinco anos entre a constituição definitiva do crédito e a citação, que não se concretizou até a data da sentença (26/09/2007), o que culminou com a extinção do feito, nos termos do artigo 174 do Código Tributário Nacional (Apelação nº 78461/2011).
Consta dos autos que a ação de execução foi protocolizada em 4 de dezembro de 2001. Em 22 de maio de 2002, o oficial de justiça certificou o não cumprimento do mandado de citação, pelo fato de insuficiência do endereço. Em 20 de dezembro de 2002 a magistrada constatou que a parte devedora ainda não tinha sido citada e determinou o desentranhamento do mandado de citação para ser cumprido pelo meirinho.

Em 21 de dezembro de 2006 a citação foi devolvida pelos Correios por endereço insuficiente. Em 4 de janeiro de 2007 a Procuradoria do Município deu vista dos autos, que ficaram literalmente paralisados até a prolação da sentença, a qual reconheceu de ofício a prescrição da pretensão executória, argumentando que entre a constituição do crédito até a sentença não houve a citação válida do executado.

No recurso, o apelante alegou inocorrência da prescrição, pois tentou de todas as formas garantir a citação do executado, o que descaracterizaria a inércia. Argumentou ainda a impossibilidade de reconhecimento da prescrição intercorrente no caso, uma vez que não houve a intimação da Fazenda Pública para manifestar-se antes de decretada a prescrição, o que violaria o artigo 40, § 4º, da Lei de Execuções Fiscais. E salientou que deveria ser observada a supremacia do interesse público sobre o privado e do princípio da efetividade do processo.

A relatora do recurso, desembargadora Maria Erotides Kneip Baranjak, afirmou ter ficado comprovado nos autos que entre a data de constituição dos créditos tributários (a partir de dezembro de 1996 até dezembro de 2000) e a citação pessoal do executado, que não ocorreu até a data da sentença, em 2007, passaram-se mais de cinco anos.

 “Nesse aspecto, ressalta-se que o despacho ordenatório da citação se deu em dezembro de 2001, portanto em data anterior a entrada em vigor da modificação legislativa produzida pela Lei Complementar Federal n. 118/2005, que alterou o art. 174, do Código Tributário Nacional, sendo exigida, naquela oportunidade, a citação pessoal do executado para interromper o lapso prescricional, o que de fato não ocorreu”, sustentou a magistrada.

O voto da magistrada foi seguido pelo desembargador Juracy Persiani (segundo vogal convocado) e pelo juiz substituto de Segundo Grau Antonio Horácio da Silva Neto (primeiro vogal).

Marcada data para correição na defensoria pública de Tangará e outras seis comarcas

Defensoria Pública de Tangará da Serra
A Corregedoria Geral da Defensoria Pública de Mato Grosso definiu as datas das correições ordinárias, em sete comarcas. A portaria publicada no Diário Oficial do Estado, que circula hoje, aponta que na de Sinop, será de 22 e 25 de outubro; antes, de 8 a 11 de maio, acontecerá nas de Tangará da Serra e Barra do Garças; de 26 a 29 de junho, nas de Primavera do Leste e Campo Verde e de 6 a 10 de agosto, em Cáceres e Pontes e Lacerda.

Serão analisadas a qualidade do serviço do defensor público nos aspectos jurídicos e protocolares; cumprimento dos prazos legais; dos deveres e vedações legais dos membros da defensoria; das resoluções, avisos e demais atos emanados pelos órgãos da administração superior e a organização e a estrutura.

Também serão vistos o desempenho das atividades dos servidores e estagiários; o relacionamento com os assistidos, com as autoridades, e com os serventuários; a conduta social, bem como o conceito que fazem a respeito do defensor público, nos seus aspectos morais, intelectuais e funcionais.

Sugestões e reivindicações para o aprimoramento do desenvolvimento das funções defensorias também serão analisados.

Dorjival Silva pede ao executivo e legislativo que trabalhem pela regularização fundiária do São Joaquim

Professor Dorjival Silva preside a Associação de Moradores e
Produtores Rurais do Distrito São Joaquim

Da Redação
Presidente da Associação de Moradores e Produtores Rurais do Distrito São Joaquim, distante 24 Km de Tangará da Serra, o professor Dorjival Silva (PRP) solicitou no domingo (05.02) ao prefeito Saturnino Masson (PSDB) que se intensifiquem ações em favor da regularização fundiária daquela localidade.
Segundo Dorjival, a área não deve mais permanecer na condição de “grilo”, e isso só bastaria para o executivo municipal em parceria com a Câmara de Vereadores se empenharem para resolver com urgência.

O prefeito informou que uma comissão para tratar das questões fundiárias no município já fora criada e a situação do São Joaquim é prioridade para ser resolvida.
Com mais de 40 anos de existência, a localidade que posteriormente foi transformada em Distrito de Tangará da Serra, chegou a abrigar cerca de dois mil moradores. Sua escola estadual em seu auge teve mais de 700 alunos matriculados.

De acordo com o presidente da Associação, muitas coisas melhoraram nos últimos dois anos. Mas há ainda muitos assuntos para serem resolvidos, sendo o principal deles a regularização fundiária dos imóveis urbanos e rurais.

3 de fevereiro de 2012

Mesmo desgastado com Ladeia, PR quer retomar o poder em Tangará


Luiz Acosta
Redação 24 Horas News -


Depois de perder o comando do município com a cassação do ex-prefeito Júlio César Ladeia, acusado de improbidade administrativa, o Partido da República (PR) tenta dar a volta por cima e voltar ao poder em Tangará da Serra (242 quilômetros de Cuiabá, na região Médio Norte do Estado) já nas eleições de 2012. Para tanto, definiu o nome do empresário do ramo de combustíveis, Rubens Jolando como pré-candidato do partido para a disputa da prefeitura, possivelmente contra o atual prefeito, Saturnino Masson (PSDB) eleito em 30 de setembro de 2011, em eleição indireta (onde só os vereadores votam) pela Câmara Municipal, quando obtve sete dos onze votos possíveis.

O anúncio da pré-candidatura foi feito na manhã desta quinta-feira (2), pelo deputado Wagner Ramos, único representante do PR na região e que vinha sendo cotado para assumir a candidatura a prefeito, na abertura do período legislativo, na Assembleia Legislativa.

Eleito como o quinto mais votado do Estado, com 33 mil votos, Wagner Ramos alegou que se tornou representante de vários municípios da região e que essa responsabilidade o impede de pensar unicamente em Tangará da Serra, embora defenda que o município necessite passar por uma grande reforma política para voltar a se desenvolver economicamente na mesma proporção de alguns anos atrás, quando chegou a ser considerada a cidade que maior crescimento anual apresentava em Mato Grosso.

"Conversei com as lideranças do meu partido e mostrei que meu compromisso agora é com toda a região. Que as pessoas que votaram em mim confiam no meu trabalho e esperam que eu continue a representá-los no Parlamento Estadual. Depois de uma avaliação criteriosa, as lideranças locais entenderam que Rubens Jolando possui todas as qualidades para iniciar uma carreira pública, nunca foi filiado a nenhum partido, por tanto, não tem vícios políticos, tem uma vasta folha de serviços prestados na área social, já que preside a APAE (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais) a seis anos, além de ser uma força empresarial conhecida e respeitada por todos", justificou o deputado.

Wagner Ramos sabe que não vai ser fácil recuperar a imagem do PR em Tangará da Serra depois do desgaste causado pelo prefeito Júlio César Davoli Ladeia, que comandou o município nos últimos sete anos, e seu grupo político, porém, acredita que toda essa crise política que a cidade passou desde o mandato do ex-prefeito Jaime Muraro (DEM), serviu para amadurecer as lideranças políticas e principalmente os eleitores que, de acordo com ele "devem ser bem mais criteriosos nas eleições deste ano,conduzindo ao poder aqueles que realmente tem algo a dar para a coletividade. E, nesse quesito, não tenho nenhuma dúvida de que Rubens Jolando é o nome certo", concluiu.
 
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