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26 de janeiro de 2013

Câmara de Brasnorte é presidida interinamente pelo pepista Edson Kokojiski

O sobe e desce dos principais cargos políticos do município de Brasnorte acabou sobrando positivamente para um dos novatos da Câmara de Vereadores da cidade. Aos 33 anos de idade, Edson Kokojiski, eleito pelo Partido Progressista (PP), foi eleito também vice-presidente da Câmara. Ele só não esperava assumir a presidência da Casa, três semanas depois de empossado para seu mandato parlamentar. O vereador Edson se tornou presidente interino da Câmara Municipal com a saída do vereador Pedro Coelho que também assumiu interinamente a chefia do poder executivo.

Procurando ainda se inteirar das funções de um parlamentar para bem exercer o mandato em favor da sociedade, um dia pós sua posse como presidente da Casa, ele se encontrava querendo saber detalhes para se sair bem também como gestor. “Nem sei por onde começar. Mas sei que posso contar com o apoio de todos os vereadores e das assessorias. Enquanto durar minha interinidade procurarei atender a todos de igual modo, sempre respeitando as opiniões de todos, quero fazer o melhor pelo nome da Câmara” disse em entrevista exclusiva ao O Tangaraense na quarta-feira, dia 21.

OBETIVOS – O presidente Edson comentou ainda com a reportagem que mesmo sabendo que sua passagem pelo cargo é temporária, pretende deixar a marca de sua gestão. “Vou trabalhar com os outros pares pela ampliação da Câmara. Vamos analisar com cuidado a possibilidade de construir mais algumas salas para funcionamento da administração. Penso que a ampliação do nosso estacionamento seria importante. Mas isso será bem discutido anteriormente”, observou. 

Pedro Coelho é prefeito interino de Brasnorte

O presidente da Câmara Legislativa de Brasnorte, vereador Pedro Coelho (PT) assumiu interinamente o comando da prefeitura municipal na segunda-feira (21.01). Numa sessão solene apropriada para a ocasião, o novo prefeito foi empossado na própria Câmara na presença de todos os vereadores e cidadãos convidados.

Reeleito vereador para o exercício de seu 4º mandato e pela 3ª vez para presidir a Casa de Leis, Pedro Coelho que também é o presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) chegou à chefia do Poder Executivo do município por conta do afastamento temporário do prefeito Eudes Tarciso Aguiar (PSD) e seu vice-prefeito Nilson Kokojiski (PP) em atendimento a determinação da Justiça Eleitoral.

Um dia após ter sido empossado ele recebeu em seu gabinete a reportagem do O Tangaraense e disse que aquela situação não lhe deixava confortável, vez que quem deveria estar ali (na cadeira) era o prefeito Tarciso Aguiar escolhido e eleito pelos brasnortenses. No entanto, como foi uma determinação imposta pela Justiça não lhe restou alternativa senão assumir o posto e dar o seu melhor para manter a cidade e os assuntos da administração em perfeita ordem.

ALTERAÇÕES - O prefeito interino fez poucas alterações no quadro de servidores comissionados. Manteve o vice-prefeito afastado Nilson Kokojiski como secretário municipal de Saúde e nomeou Tarciso Aguiar como Secretário de Administração. 

Tarciso Aguiar está confiante que tornará a assumir sua cadeira de prefeito



A denúncia que envolve seu nome e do vice-prefeito Nilson Kokojiski deverá ser julgada pelo TRE em meados de abril

Tarciso sendo entrevistado pelo jornalista Dorjival Silva
Afastado do cargo desde o dia 15 de janeiro por determinação judicial, O prefeito de Brasnorte, Eudes Tarciso de Aguiar (PSD), está confiante que retornará às suas funções em meados de abril quando uma denúncia que envolve seu nome e do vice-prefeito Nilson Kokojiski (PP), será julgada pelo pleno do Tribunal Regional Eleitoral. Certo de que os fatos apontados contra sua pessoa à Justiça não ganharão consistência, porque em nenhum instante ele fora visto praticando o que dizem os denunciantes, não há o que se esperar senão no arquivamento do processo.

Em entrevista ao jornal O Tangaraense na quarta-feira (23.01) Tarciso Aguiar comentou que um detalhe importante nessa questão que envolve sua permanência na chefia do poder executivo é que o Tribunal Regional Eleitoral não aceita provas testemunhais. Segundo disse, três dos processos semelhantes ao que envolve seu nome e do vice-prefeito passaram pelo TRE somente neste ano foram julgados improcedentes.  “Se o Tribunal aceitar o tipo de denúncia feita contra mim será um fato novo em sua história. Por isso acho muito difícil perder o mandato com base nas supostas provas que dizem ter contra minha pessoa”, observa.

O prefeito afastado deixou bem claro ainda que se alguém supostamente praticou o que dizem seus adversários, em hipótese alguma teria contado com seu conhecimento e muito menos com o consentimento. “Se alguém praticou coisa errada durante o processo eleitoral, ainda que acredite que ninguém fez isso ou aquilo, esse alguém é quem deve ser investigado e não eu”, completou. “Eu só quero é seguir com o mandato que conquistei arduamente nas urnas porque o eleitorado confiou e confia em nós”, pontuou Tarciso.

NOVA ELEIÇÃO – O Tangaraense perguntou ao prefeito afastado Tarciso Aguiar qual seria sua posição na hipótese de o Tribunal Regional Eleitoral julgar favorável a realização de nova eleição em Brasnorte. Com tranquilidade ele respondeu que mesmo achando difícil isso ocorrer, acredita na força e união do seu grupo político. “Nosso grupo político é forte e permanece coeso. Caso haja nova eleição, novamente colocarei meu nome à disposição do grupo e do eleitorado”, frisou.

Para Tarciso, como não há nada que se provar que sua pessoa e seu vice tenham praticado crime eleitoral, ele questiona: por que deveria ser condenado duplamente, isto é, perder o mandato e ainda os direitos políticos? Com a garantia de permanência de seus direitos políticos poderia ser novamente o candidato do grupo e lutar com o apoio do povo para continuar trabalhando em favor do município. 
 
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