Subscribe:

Ads 468x60px

31 de março de 2014

Jovem e bela farmacêutica se mata com um tiro na cabeça nesta segunda-feira

farmacia1 CACOAL   Farmacêutica comete suicídio com tiro na cabeça.

A farmacêutica Letícia Saracini, 26 anos, foi encontrada morta dentro de sua casa por volta de 11 h e 30 minutos da manhã desta segunda feira (31), ela apresentava uma perfuração à bala na cabeça, em sua residência, na cidade de Cacoal (RO). Segundo informações, uma vizinha teria ouvido o estampido de um tiro vindo da residência de Letícia e logo acionou a Polícia Militar que em poucos minutos se fez presente no local encontrando a vítima ao solo toda ensanguentada.
A jovem ainda chegou a ser socorrida com vida, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Foi feito uma averiguação no interior da residência para ver se haviam mais pessoas dentro do imóvel, mas nada foi encontrado. Informações extras oficiais dão conta de que Letícia estaria sofrendo com depressão e cometeu suicídio usando um revólver calibre 38.
Amigos e familiares ficaram desconsolados ao receberem a notícia da morte de Letícia, pois segundo eles, ela era uma pessoa muito alegre e divertida. O Corpo da farmacêutica será velado na Capela ao lado do cemitério Municipal de Cacoal – RO. (Fonte: vipnoticias)

Mãe dá surra em filho ladrão dentro da delegacia

Calma. Isso não foi em Tangará da Serra. Essa mãe merece respeito, mas ainda acho algumas palmadas deveria ter sido na infância, depois de adulto talvez não surta muito efeito.

Justiça nega liberação de R$ 200 milhões da BBom

BBOM 2
Justiça Federal em Goiás negou um pedido de liberação de pouco mais de R$ 200 milhões para a BBom(Embrasystem- Tecnologia em Sistemas, Importação e Exportação Ltda).
A empresa, que fornece rastreadores de veículos, é acusada de formação de pirâmide financeira. Desde julho de 2013, a Justiça determinou o bloqueio de bens da companhia, incluindo mais de cem veículos, além de R$ 300 milhões em contas bancárias do grupo.
Procurada pelo UOL, a BBom informou que não vai se pronunciar sobre a decisão. O pedido do desbloqueio dos bens teria sido aceito pelo Tribunal Regional de Brasília e, portanto, agora se trata de uma “disputa entre tribunais”, afirmou o assessor de imprensa da empresa, Marcelo Dias.

Estudiosos desmistificam saudosismo da ditadura - VÍDEO



Manifestos em prol da volta dos militares ao poder pontuaram parte do debate político nos últimos meses, mas as manifestações de rua não espelharam o ruído provocado pelos partidários da ditadura nas redes sociais. A reedição da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, no dia 22, reuniu pequeno número de pessoas em algumas capitais. No Senado, parlamentares reagiram com críticas a esse saudosismo, lembrando os fatos negativos daquele período. Para eles, e para alguns estudiosos, os defensores do autoritarismo têm visão equivocada sobre o desempenho econômico e o padrão ético dos governos militares.

Bezerra e Teté não pagam empréstimo de R$ 6 milhões; juiz manda penhorar fazenda e bloquear contas

Tetê e Carlos Bezerra
O deputado federal Carlos Bezerra (PMDB), juntamente com sua esposa, a deputada estadual Tetê Bezerra (PMDB), tiveram a fazenda Agropecuária São Carlos, localizada na cidade de Paranatinga, penhorada pela Justiça. O casal também teve suas contas bancárias bloqueadas, até que saldem uma dívida no valor de cerca de R$ 6 milhões, contraída em 2010 com o engenheiro civil Pedro Luiz Araujo Filho. A decisão é do juiz da 20ª Vara Cível de Cuiabá, José Arimatea Neves Costa.

O Olhar Jurídico apurou que o valor bloqueado é a referente a parte que não foi quitada de um empréstimo no valor de R$ 7 milhões. Bezerra e Teré pagaram R$ 2 milhões da dívida, mas relutaram em não quitar o restante do empréstimo, fato que motivou a ação de execução.

O valor da execução chegou a R$ 6,093 devido aos juros e multas que foram acrescidos. Conforme a decisão que o site teve acesso, Bezerra e Teté, confessaram a dívida no valor de R$ 7 milhões, por meio de notas promissórias. O empréstimop deveria ser pago em sete de R$ 1 milhão, no entanto, apenas duas promissórias foram quitadas.

A folha seis, da decisão que contém 53 laudas, revela que a terceira parcela venceu em 15 de dezembro do ano passado. "Esgotadas as tentativas de conciliação restou ao Exequente, como única solução viável, recorrer ao Poder Judiciário para pleitear a prestação jurisdicional adequada", diz trecho da decisão.

O advogado Murilo Castro de Melo, que representa o engenheiro, questionado pela reportagem, preferiu não comentar sobre a origem da dívida, mas confirmou que o valor foi levantado durante época de campanha política.

Outro lado

O deputado Carlos Bezerra declarou a reportagem que não existe nenhuma dívida com Pedro Luiz. De acordo com o deputado, engenheiro é um agiota e o estaria extorquindo. O parlamentar sustentou ainda que tudo será comprovado nos autos do processo.

Atualizada às 19h30 - Katiana Pereira e Arthur Santos da Silva

Namorada ciumenta tortura menina de 15 anos e filma tudo

Uma menina de 15 anos foi torturada por seis horas em São Paulo. A agressora, que ficou com ciúmes após descobrir conversas do namorado com vítima, filmou tudo e colocou na internet.
A vítima sofreu agressões físicas e verbais, além de ter seu cabelo cortado. (Foto: Reprodução/Jornal da Record)A vítima sofreu agressões físicas e verbais, além de ter seu cabelo cortado. (Foto: Reprodução/Jornal da Record)
Nas imagens, a garota adolescente aparece levando tapas e chega a ter seu cabelo cortado. A agressora além de tudo xinga a vítima durante todo o tempo do vídeo.
Nayra Gabriela, de 18 anos e grávida de quatro meses do namorado, armou uma emboscada para a vítima junto com duas amigas em uma estação de trem, em São Paulo. Nayra atraiu a adolescente afirmando que o encontro seria para desmascarar o namorado, de 20 anos. A vítima foi levada para um praça próxima à estação, onde ocorreram as agressões. As cúmplices levaram a tesoura e filmaram todo o processo.
A agressora, Nayra Gabriela. (Foto: Reprodução/Jornal da Record)A agressora, Nayra Gabriela. (Foto: Reprodução/Jornal da Record)
Em entrevista ao Jornal da Record, a adolescente se afirmou estar assustada. “Não vou mais para a escola, não saio mais de casa. Só eu sei o que estou passando”, disse.
A denúncia foi feita pela mãe da vítima, que procurou a polícia após descobrir sobre o caso através de redes sociais.
A agressora ainda não foi encontrada

Jovem de 19 anos que matou 22 pessoas afirma que vítimas não mereciam viver



A jovem de 19 anos, Miranda Barbour, responsável por mais de 22 assassinatos em seis anos confessou, em entrevista ao jornal local The Daily Item de Sunbury, que matou pessoas que considerava não merecerem viver. 
Ela explicou que estudava a vida da pessoa e até se tornava amiga da vítima antes de matá-la. Miranda disse ao jornal que não se arrepende do que fez e que se fosse solta, faria de novo. 
Os promoteres responsáveis pelo caso da jovem americana buscam pena de morte para ela e seu marido, Elytte Barbour.
Miranda Barbour disse ao que os assassinatos cometidos por ela em parceria com seu marido eram parte de seu envolvimento com uma seita satânica. 
O casal foi preso no fim do ano passado, depois de assassinarem o americano Troy LaFerrara, 42, que conheceram através do site Craiglist. 
— Eu posso te dizer que ele não deveria ser esfaqueado. Meu marido iria estrangulá-lo. 
A jovem de 19 anos também contou que seu primeiro assassinato foi aos 13 anos, depois de entrar para um culto satânico no Alasca. O líder da seita levou Miranda para matar uma vítima que devia dinheiro para ele. 
— Ele [o líder] me disse que era a minha vez de matar. Eu odeio armas, não uso. Eu acha que não podia fazer isso. Então, ele veio atrás de mim, pegou minhas mãos e me fez puxar o gatilho. A partir disso, eu não parei mais de matar.

Deputado de MT ganha R$ 1,8 milhão por mês com transporte no Rio Madeira


DIRETO DO DISTRITO DE ABUNÃ (RO)
Roberto Dorner é o "dono" do rio
Roberto Dorner é o "dono" do rio
O deputado Roberto Dorner (PP-MT), 63 anos, possui quatro outorgas de autorização concedidas pelo governo federal para explorar serviço de transporte de passageiros, veículos e cargas na navegação de travessia em três rodovias federais na Bacia Amazônica.

A outorga mais lucrativa do parlamentar, empresário, agricultor e pecuarista, é no Rio Madeira, no distrito de Abunã (RO), a 280 quilômetros de Rio Branco (AC), passagem obrigatória de quase tudo que entra ou sai via BR-364, a única que liga as demais regiões do País ao extremo-oeste brasileiro.

Há 23 anos, três balsas operam dia e noite na confluência dos rios Madeira e Abunã, onde o faturamento médio de Roberto Dorner é avaliado em R$ 60 mil por dia ou R$ 21,6 milhões ao ano. Até 1988, o transporte de passageiros, veículos e cargas no local era de responsabilidade do Exército.

Catarinense de Bom Retiro, Dorner assumiu como suplente o mandato em decorrência do licenciamento do deputado Pedro Henry. Ele é presidente do Sindicato Marítimo de Rondônia. No Mato Grosso, lidera o Grupo Roberto Dorner de Comunicação, que possui emissoras de TV em Sinop, Cuiabá e Rondonópolis.

As quatro outorgas para transporte de travessia, por tempo indeterminado e em regime de liberdade de preços, foram concedidas pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), ligada ao Ministério dos Transportes.

A Antaq chegou a autorizar Dorner, como empresário individual, a atuar no transporte de travessia no Rio Madeira, em Porto Velho (BR-319), no Rio Abunã (BR-364) e em Humaitá (BR-230), no Amazonas.

Desde o ano passado, o deputado usa também as empresas Amazônia Navegações Ltda., na milionária outorga na divisa do Acre com Rondônia, e a Rodonave Navegações Ltda, em outro trecho da Transamazônica, sobre o Rio Tapajós, nos municípios de Itaituba e Mirituba, ambos no Pará.

A mina do transporte de travessia no País abrange 130 operadores que trabalham em 89 pontos interestaduais, internacionais ou em diretrizes de rodovias federais.
Há vários anos a operação da empresa de Roberto Dorner no Rio Madeira tem gerado críticas e queixas de usuários em relação à falta de segurança, à cobrança de tarifas excessivas e à má qualidade dos serviços prestados.


A tabela do pedágio para travessia no distrito de Abunã isenta apenas pedestres e ciclistas. Os valores variam de R$ 3,80 (animais) a R$ 130,00 (carreta tremião de nove eixos, carregada). A travessia de cada automóvel pequeno custa R$ 19,00 e dos ônibus R$ 46,00.
TABELA
Tabela de preços exibe nome de Roberto Dorner
O governo federal financia há mais de quatro décadas, no Acre, a construção da controversa BR-364, que liga Rio Branco, a capital, a Cruzeiro do Sul, no ponto mais ocidental do País.

Além disso, financiou a pavimentação da BR-317 até Assis Brasil, na fronteira com o Peru e a Bolívia. O trecho da rodovia no Acre foi batizado de Estrada do Pacífico, mas o Estado permanece praticamente isolado.

De Rio Branco a Cruzeiro do Sul, já foram construídas mais de 20 pontes pequenas, médias e grandes, que somam mais de três quilômetros de vão, mas a ponte sobre o Madeira não passa de projeto.

De seis em seis meses, no auge da estiagem amazônica, a travessia em balsas é prejudicada pela falta de água no Madeira. Longas filas de automóveis, ônibus e caminhões se formam com produtos e pessoas.

A Comissão de Viação e Transporte, da Câmara dos Deputados, chegou a aprovar por unanimidade, em 2008, uma emenda inicial de R$ 36 milhões para construção da ponte sobre o Madeira para atender o Acre e Rondônia. A ponte, cujo valor é estimado em R$ 500 milhões, teria mais de um quilômetro de extensão, mas o edital da obra foi cancelado em julho.

- Cancelaram o edital sob a alegação de que o projeto precisa de revisão do Tribunal de Contas da União e da revisão do nível do Madeira em decorrência da barragem das hidrelétricas que estão sendo construídas em Rondônia – comenta Marcos Alexandre, diretor do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre.

Políticos, empresários e comerciantes, do Acre e Rondônia, passaram a acusar o deputado Roberto Dorner de operar nos bastidores contra a construção da ponte sobre o Madeira. O descontentamento ganhou força nos últimos dias por causa da intensidade da estiagem na região.
Balsas lotadas cruzam o Madeira dia e noite
Balsas lotadas cruzam o Madeira dia e noite
O Acre poderá a voltar a ficar isolado, como no ano passado, por causa da seca do Madeira. As balsas de Dorner, que fazem a travessia, já começaram a encalhar nos bancos de areia. A pressão é para que seja agilizada a abertura de canais de navegação com uso de dragas e acelerado o processo para a construção da ponte.

O diretor da Amazônia Navegações, Gerson Nava, disse que a responsabilidade pela abertura de canais de navegação no Madeira é do Ministério dos Transportes, mas que a empresa mesmo assim contratou máquinas para o serviço.

- O que está existindo é muita fantasia de político incompetente. Os políticos do Acre, por exemplo, preferem o discurso fácil quando dizem que a nossa empresa tenta inviabilizar a construção da ponte. Em Porto Velho, onde também temos outorga, existe uma ponte em construção, na BR-319, que liga a capital rondoniense a Humaitá, no Amazonas. A ponte em Abunã depende apenas de uma decisão do Ministério dos Transportes e nós não temos interferência nenhuma nisso – afirma Nava.

O senador Jorge Viana (PT-AC) ocupou a tribuna nesta terça-feira (29) para anunciar que o diretor técnico do Ministério dos Transportes, Pedro Brito, concorda com o afastamento imediato da empresa do deputado Roberto Dorner para melhorar a prestação do serviço no porto de Abunã.

- Não adianta insistir com a atual empresa. Ela tem, talvez, o melhor negócio do mundo. Algumas contas falam e, são números que o cálculo tem que ser empírico, mas quem conhece a realidade como nós conhecemos, fala em faturamento acima de um R$ 1 milhão por mês. Ela cobra o pedágio mais caro do país em troca de um serviço irregular e lento – afirmou.

Segundo Viana, existem interesses atuando dentro do governo para que se mantenha o serviço de balsas no Rio Madeira sob controle da iniciativa privada.
- Esses interesses adiam, como tem ocorrido nos últimos 10 anos, a construção da ponte. Ou seja, a BR-364 está ficando pronta, mas sequer é feita a licitação da ponte sobre o Madeira.

Coordenador da banda bancada federal do Acre, o senador petista Aníbal Diniz considera o assunto  de “extrema gravidade”, pois interesses econômicos e sociais do Estado estão sendo preteridos em benefício de uma empresa.

- Nós vamos atuar no sentido de convencer o Ministério dos Transportes a realizar, o mais rápido possível, a licitação para início da construção da ponte sobre o Madeira e também pedir uma solução paliativa neste verão amazônico. O nível da água baixou muito e o Acre começa a ter problemas de abastecimento

A reportagem fez várias tentativas para ouvir o deputado Roberto Dorner. A assessoria dele se limitou a informar que o parlamentar está afastado das empresas e que não gosta de falar sobre o assunto porque costuma ser mal interpretado pela imprensa.


Emarque numa das balsas de Roberto Dorner
Embarque numa das balsas de Roberto Dorner
Fotos: Roberto Dorner/ Divulgação e Altino Machado/Terra Magazine

Sem ‘segurança padrão FIFA’ Polícia Federal poderá ‘barrar’ inauguração da Arena Pantanal

Vexame a vista! Mais um.  Apenas mais um  problema envolvendo a Arena Pantanal. A Polícia Federal poderá pedir o embargo da realização da partida entre Mixto e Santos pela Copa do Brasil, marcado para esta quarta-feira, 2. O jogo – mesmo com a obra inacabada – marca a inauguração da praça esportiva, construída para sediar quatro jogos da Copa do Mundo em julho. O caso agora envolve a segurança dos torcedores por parte da empresa contratada para cuidar do ‘espetáculo’.

Cuiabá não possui mão de obra especializada para trabalhar em grandes eventos. A denúncia diz que os vigilantes tem que ter o curso de segurança. Mas em todo Estado não ha nem uma dúzia de pessoas que possuem este curso. Desta forma, o chefe da Delegacia de Controle de Segurança Privada da Polícia Federal (DELESP), delegado Luciano Azevedo Salgado, informou que sem esta qualificação do padrão FIFA, o evento está, de fato, sob risco.

A FIFA, de acordo com o delegado, exige no mínimo mil homens preparados para Copa. Sem isso, ele afirma que irá ocorrer um intervenção por motivo de falta de segurança adequada, podendo impedir a realização do jogo de inauguração, como também os jogos da Copa.

Alguns especialistas em segurança disseram que o tempo é exíguo. Faltam pouco mais de 70 dias para iniciar o Mundial e fica praticamente impossível realizar um curso intensivo para preparar esses mil homens para Copa. O curso deveria estar disponível para a população há mais tempo.

Outras suspeitas decorrem sobre a única academia que está fornecendo este curso, que tem ligação direta com a mesma empresa que ganhou a licitação envolvendo milhões, para prestar o serviço durante os jogos do mundial.

O portal de noticias 24 Horas News apurou ainda que uma discussão entre a Polícia Militar e a Secretaria da Copa, já que a discussão ficou por conta de um possível apoio da PM dentro do estádio. Mas se isso acontecer a PM terá que disponibilizar cerca de mil homens por jogo, para fazer a segurança dento e fora da Arena e pelo que tudo indica está não é a intenção do policiamento. O Governo não conseguiu ainda sequer contratar mais policiais.

Nas próximas horas, o governador Silval Barbosa terá que usar do seu poder para tentar resolver este problema, atropelando uma conduta federal de segurança. A queda de braços entre Silval e Polícia Federal poderá ter um desfecho que não irá agradar a população cuiabana.

O jogo entre Mixto e Santos, na quarta-feira, terá lotação máxima permitida na Arena Pantanal: 20 mil torcedores. Os ingressos já estão todos negociados. Caso o governador não consiga uma solução para cumprir o ‘padrão de segurança’ da Polícia Federal os jogos serão transferidos para outras cidades do pais.

A Arena Pantanal vem apresentando problemas desde a demolição do antigo Verdão, com os caminhões que retiraram os entulhos. Os problemas são sucessivos, passando por orçamento que ficou muito acima do esperado, com as irregularidades com a compra das cadeiras superfaturadas, com incêndio em uma das bases do estádio, que até o momento não passou por uma análise técnica. O Conselho Regional de Engenharia (Crea) não garante a segurança do local.

Para ‘fechar’ a série “Arena Pantanal e seus problemas”, na última semana, a presidente Dilma Rousseff cancelou sua viagem a Cuiabá para fazer a inauguração da praça esportiva. Uma das alegações é devido a falta de conclusão da obra, já que nem 50% das cadeiras estão montadas, fora outros detalhes.



Fonte: Lauro Nazário/Redação 24 Horas News (foto: Edson Rodrigues)

Operação da Anac impede aviões irregulares de decolarem em MT



Dezesseis aeronaves de pequeno porte foram impedidas de levantar voo desde a última quarta-feira (26) em aeródromos de Mato Grosso. O impedimento às decolagens foi aplicado durante a operação "Voe Seguro", deflagrada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) com a Força Aérea Brasileira (FAB), a Receita e a Polícia Federal com intuito de coibir infrações às regras do tráfego da aviação geral - que abrange aeronaves de pequeno porte, como as agrícolas, táxis aéreos e particulares.

As aeronaves foram impedidas de voar por ação de fiscais da Anac em abordagens nos aeródromos da Grande Cuiabá (o aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande) e de cidades como Barra do Garças, Cáceres, Santo Antônio de Leverger, Poconé, Rondonópolis, Primavera do Leste e Campo Verde.

Ao todo, 13 aeródromos receberam fiscalização em Mato Grosso, segundo o gerente de operações especiais da Anac, Cícero Feitosa. Ele mencionou que o estado, devido a sua extensão, tem um número alto de aeronaves da chamada aviação geral para transporte de pessoas, mas também para a atividade agrícola. Característica também da região Norte. Em Mato Grosso, são 1.325 aeronaves registradas, sendo 839 atualmente na ativa.

O impedimento ao voo nos aeródromos desde quarta-feira foi provocado por irregularidades como falta de documentação de tripulação e aeronaves, falta de manutenção ou condição precária dos equipamentos, carga fora das especificações, táxis aéreos não registrados (piratas), passageiros assentados em local inapropriado e excesso de peso ou de passageiros.

Por comprometerem a segurança de voo, estas irregularidades geraram autos de infração que estão em curso.

De acordo com o capitão especialista em controle de tráfego aéreo da FAB, Ubiraci da Silva Pereira, no ano de 2012 foram registrados no país 180 acidentes envolvendo aeronaves de pequeno porte. Um terço do total de ocorrências havia sido provocado por desvios de conduta por parte dos pilotos, explica o capitão.

Exemplos disso são casos em que o piloto trafega em altura diferente da especificada no plano de voo ou em que até decola sem sequer ter um plano de voo. Tais situações motivaram o início das operações “Voe Seguro” em janeiro de 2013. O número de acidentes na aviação geral caiu em percentual pouco acima de 9% entre 2012 e 2013, segundo a Anac.

As operações Voe Seguro têm sido realizadas por regiões. Nesta quarta e nesta quinta-feira, a operação está sendo deflagrada pela quinta vez e abrange os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A operação deve prosseguir até amanhã na região.

Até agora, a operação acontou com a abordagem a 26 aeronaves em solo por parte da Anac. Outras 174 foram monitoradas em voo pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), ligado ao Comando da Aeronáutica. Nesse monitoramento houve até agora apenas uma infração de tráfego aéreo em Mato Grosso.


Fonte: G1/MT

NOVA OLÍMPIA: Trecho danificado na MT 358 deve ser liberado nesta terça-feira


Uma das pistas que está interditada na MT-358, saída de Nova Olímpia com destino a Barra do Bugres só deve ser liberada nesta terça-feira (01).
Ela está interditada desde quarta-feira (26), quando uma equipe da secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana-SETPU e da secretaria Municipal de Obras de Nova Olímpia iniciou os serviços de recuperação asfáltica em um enorme buraco que já avançava meia pista.
Para a execução do trabalho, uma empresa contratada pelo Estado e a secretaria de Obras já utilizaram mais de 300 toneladas de pedra, 190 sacas de cimento, um caminhão de brita e dois de areia. O buraco mede aproximados 50 metros de comprimento por 30 de largura e 05 de profundidade.
Segundo informou o coordenador da Defesa Civil, Valdeci ´Braddock´ dos Anjos Gonçalves, a execução não é mais rápida em razão das chuvas que caem todos os dias e ainda pelo fato de a pedreira estar localizada em Tangara da Serra. "Estamos fazendo o que podemos e pedimos aos motoristas um pouco de paciência, bem como bastante cautela ao passar no local, para evitarmos acidentes", disse Braddock.
Ele também lembrou que, terminando os serviços na pista, a empresa vai se deslocar para a zona rural para executar as obras de construção dos bueiros nos Assentamentos Nova Conquista e Paloma, onde as pontes foram levadas pelas enxurradas. Com Assessoria. 

30 de março de 2014

Um olhar sobre o "espanto nacional dos 65 %": repercussão da pesquisa do IPEA/SISP.

Por Marinês Rosa

Marinês Rosa - Socióloga da Universidade do Estado do Mato Grosso

Tenho estudado as relações de gênero e o fato social violência contra as mulheres e, penso que o tema em questão, é delicado, pois envolve padrões que são produzidos e reproduzidos socialmente, no cotidiano de todos que vivem na sociedade complexa e, por isso precisam ser discutidos.

Destaco que as violências contra as mulheres, nos últimos anos, com a conquista da Lei Maria da Penha (2006), avanços nos estudos de gênero, lutas históricas de muitos e muitas na causa e, o acesso aos meios de comunicação e redes sociais, tem permitido a denúncia e anunciação desses tipos de crimes e também de outras práticas que podem colaborar no desfecho. Para além das leis, que são criadas por aqueles que nos representam, logo é nossa responsabilidade também, e sustentam-se, ou pelos menos deveriam, nos indicadores sociais, é imprescindível investir em diálogos, campanhas educativas e mobilizações (me parece que isso ocorre desde quinta feria, 27, pelo menos nas mídias de massa) que, coloquem as relações de gênero em pauta.

Esse é um assunto desconfortável para muitos, pois remete a padrões cristalizados nas instituições sociais como família, religião, educação, Estado, sistema jurídico, meios de comunicação que, de uma forma ou outra, reproduzem padrões esteriotipados de gênero nas representações idealizadas do feminino e masculino em que, há hierarquia e desvalorização de um, em relação ao outro, como por exemplo engendradas em ações simbólicas corriqueiras: "isso é coisa de menina e a aquilo é de menino". A divisão sexual do trabalho ainda segue essa lógica, assim, como a Indústria Cultural que massifica, padroniza os corpos além das dicotomias presentes na linguagem e no simbólico, todos os dias. Isso tudo, para dizer que o assunto é sério e espinhoso e por isso, tenho cuidado na abordagem.

Nesse sentido, os números do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) precisam ser LIDOS e contextualizados com cautela, principalmente, no que diz respeito à metodologia: abordagem, instrumento de coleta de dados, universo da pesquisa, tabulação dos dados e variáveis da pesquisa (idade, sexo, religião, classe social, grau de escolaridade, etc.). Assim, é impressionante a reação das pessoas, à medida que as porcentagens foram divulgadas nas redes sociais, noticiários e até, na novela global.

Observo duas situações que continuo acompanhando nas redes sociais, noticiários, mídia em geral e até na feira da tarde de sábado: o espanto com os 65% que relaciona a roupa que a mulher veste e o estupro. E o outra curiosidade, em geral, as pessoas não leram as matérias de origem e se expressaram, por vezes de forma imediata, diante de posts, que, de fato chocam e provocam. Assim, tem sido não só nesse caso, como em tantos outros. Bem, o que me intriga nesse "espanto nacional" é que foi necessário o dado 65% para que o tema chamasse a atenção, em detrimento dos CASOS DIÁRIOS, de abuso em metrôs, por exemplo, que também estão na rede.

É evidente que há relação entre as percepções dos gêneros que correspondem a valores culturais alocados aos corpos, como as práticas de violência, como o estupro, formas de violência e desrespeito às mulheres, por tudo aquilo que dissemos aqui e, ainda o que vários estudos e estudiosos vem dizendo, há muito tempo. O "espanto" me pareceu então, interessante, pois causou reação, inclusive com campanhas de repúdio, imediatamente levantadas em selfies como: uso roupa curta, não mereço ser estuprada! Ou ainda: Não faço parte dos 65%!

Como pesquisadora da área e militante da não violência contra as mulheres, preciso enfatizar que estupro é crime hediondo (Lei 12.015 de 2009), violências contra as mulheres também são crimes (Lei 11.340 de 2006) inaceitáveis, mais do que "estranhamento" e indignação nas redes sociais, que também são importantes, demandam ações concretas, pois é evidente que resultam de valores culturais e práticas machistas (femininas e masculinas) reproduzidos, nessa sociedade.


Enquanto socióloga, fundamento teoricamente as considerações que faço a seguir sobre a metodologia, tendo em vista que a pesquisa não corresponde à qualitativa que conforme Minayo (1995) se ocupa, nas Ciências Sociais, com um nível de realidade que não pode ou não deveria ser quantificado, uma vez que trabalha com o universo dos significados, dos motivos, das aspirações, das crenças, dos valores e das atitudes. E, ainda, considero aqui as representações sociais, tal como definida por sociólogos clássicos da vertente compreensiva como Max Weber que associa "representação" à ideia, concepção e visão de mundo engendrada na conduta cotidiana dos indivíduos.

Assim, constatei (os dados não são confidenciais, todos podem fazer o mesmo exercicio acessando:http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/SIPS/140327_sips_violencia_mulheres.pdf), que a pesquisa divulgada em 27/3, foi feita entre maio e junho de 2013, pelo SIPS/IPEA (Sistema de Indicadores de Percepção Social - consiste em pesquisa domiciliar e presencial que visa captar a percepção das famílias acerca das Políticas Públicas implementadas pelo Estado) inspirado numa pesquisa nacional realizada na Colômbia, em 2009. Aqui, no Brasil, foi adaptada e intitulada de “Tolerância social à violência contra a mulher” em municípios metropolitanos e não metropolitanos das cinco Grandes Regiões para uma amostra de 3810 indivíduos, de ambos os sexos. 

A pesquisa de “Tolerância social à violência contra a mulher”, consistiu em frases ditas aos entrevistados, que foram instruídos a dizer se concordavam ou discordavam, total ou parcialmente, do que era afirmado, como nas questões dos gráficos 24: "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas" e, 25: "Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros". Todas essas informações constam do relatório do SIPS.


Chamo a atenção para a frase do gráfico 24, me coloco no lugar do(a) informante e fico pensando que para a resposta, os pressupostos na frase: o "ataque", e "quem ataca", sumiram de cena, né? O foco, para a resposta, do(a) informante, provavelmente, passa a ser, em termos de representação, as personagens "mulheres", uma que mostra o corpo e a outra, que não mostra o corpo. O mesmo ocorre na frase do gráfico 25, com ainda mais ênfase, pois menciona o estupro e, remete à um certo saber comportar-se. Como assim: "soubessem como se comportar"? Que comportamento sabido é esse? 

Percebam, objetivamente, não há na pesquisa a frase: mulher que usa roupa curta, merece ser estuprada. As frases que se aproximam desse tema são as do gráfico 24 e 25. Então, de onde surge os 65% que relaciona estupro a roupa curta, divulgados, por ai? É preciso esclarecer isso! E, ainda, o título da pesquisa constitui-se da expressão tolerância, como assim? Tolerância à violência?

Neutralidade nas pesquisas, em geral, é questionável, sobretudo, numa pesquisa em que a opção metodológica dos pesquisadores foi utilizar ditos populares para observar as percepções dos informantes, o que é plausível. No caso dessa pesquisa e o assunto em questão, há de se observar ambiguidades mencionadas acima, haja vista a discrepância entre os enunciados, que à meu ver apresentam problemas e logicamente influenciam a divulgação e leitura dos mesmos.


A referida pesquisa, provoca, repercute, levanta um tema que é inadmissível para muitos. Estupro, nossa! Estupro não! Imediatamente, alguns posicionam-se: Eu faço parte dos 35% é a resposta imediata.

Pontuo, o perigo na leitura de dados, considerando uma população que não tem por hábito ler textos, quiçá as entrelinhas, ainda que superficialmente. Qualquer pesquisa precisa ser lida, principalmente, em ano eleitoral. No entanto, a responsabilidade pelo esclarecimento, entendo eu, é de quem divulga e fomenta a pesquisa. Mas, quem sou eu, na ordem do dia, para questionar a pesquisa e divulgação de institutos de referência nacional, né? 

Sim, sexismo, machismo e violências estão presentes no cotidiando e precisam ser combatidos, não podem ser tolerados. Claro, que não merecemos, ser estupradas! Não há dúvidas disso. Concordar parcial ou totalmente com o enunciado que resulta nos tais 65%, é um absurdo e, levanta-se aí uma questão grave, não é mesmo? Afinal, estupro é crime.

Ora, temo pelas interpretações imediatistas que podem banalizar o estupro e as violências, dentre outras consequências interpretativas. Se essa divulgação, como está sendo feita, servir para justificar o investimento e a urgência de outras medidas para as Políticas Públicas de Gênero, para além das Leis, como temos dito, é uma explicação. Contudo, o debate está posto e isso é inusitado. Interpretações surgirão, está na rede!

As representações machistas (tanto por parte feminina quanto masculina) são reais e fatos, ninguém pode negar, vejam os números de ocorrências diários e ainda, aquelas tantas que não são divulgadas. Por isso, o tema violência contra as mulheres precisa ser (re)visto e não (re)vestido, pois esta ai, no cotidiano. Educar para a superação da triste realidade de violências e pela paridade de gênero é urgente e possível, demanda Políticas Públicas de Gênero sérias que, precisam estar na agenda pública e não reduzidas ao espaço privado (doméstico) daqueles que vivem, em sociedade.


Esses são aspectos que "minhas lentes" captaram. Há, certamente outras lentes.


A AUTORA:
É Professora · Tangará da Serra · De 2006 até o momento
Coordenadora do Radiando Comunicação: relações de gênero em pauta e na práxis - TpM

“Tenho vergonha de ser professora e neste ano não votarei em político nenhum”, diz.


Por Dorjival Silva

Professora Antônia Lucimeire Oliveira, 41 anos, chorando copiosamente. 
Sobre ela, leia matéria ao final do texto a seguir.

No finalzinho do mês de março de 2014 quero refletir com nossos leitores bem localizados por esse País afora, sobre a questão da aposentadoria. Para essa reflexão farei uso de um depoimento publicado recentemente por uma profissional da educação residente em Belo Horizonte (MG). Portanto, com a palavra, a professora Conceição Auxiliadora Rodrigues Gualberto.

“É duro trabalhar todos os anos propostos pela Constituição Federal, contribuir mensalmente e, no momento de parar de trabalhar, o valor real de a sua aposentadoria ser 35% do valor do seu salário.

Não estou pedindo favor nenhum à Previdência Social, estou apenas questionando essa situação e clamando pelos meus direitos, haja vista que até o auxílio-reclusão é maior que a minha aposentadoria de professora.

Eu, que fui durante 25 anos, trabalhadora das bases, formadora de opinião, trabalhando de maneira árdua para que muitos jovens tivessem uma oportunidade real.

Enfim, cheguei hoje à triste conclusão de que é muito difícil preparar qualquer criança para ser um cidadão, sabendo que o futuro que os pequenos têm pela frente depende dos profissionais da educação, que estão totalmente desvalorizados.

O Brasil é um país que prefere dar esmolas aos cidadãos em troca de votos. País onde uma pavimentação custa mais caro que a construção de uma escola.

Onde os políticos são manipuladores disfarçados de bons moços de família, agindo de maneira ardilosa onde mais se precisa de ajuda. País em que a educação de uma criança vale menos que qualquer banco de estádio construído para a Copa do Mundo.

Eu, quase chegando à terceira idade, assumo de maneira sincera que tenho vergonha de ser brasileira, ser mulher negra e professora e que, neste ano, não votarei em nenhum candidato, para nenhum cargo, em forma de protesto”.

LEIA TAMBÉM: Professora chora diante da aprovação da redução do salário dos professores em Juazeiro do Norte, no Ceará. O corte pode chegar a até 40%

29 de março de 2014

500 famílias isoladas em assentamento depois que forte chuva levou a ponte



Com as fortes chuvas registradas na noite desta 6ª-feira (28), a única ponte que ligava a comunidade urbana com o meio rural em área de diversos assentamentos no município de Nova Olímpia foi levada pela enxurrada.
Segundo o responsável pela Defesa Civil no município, Valdeci dos Anjos, mais conhecido como Bradock, em torno de 500 famílias estão isoladas na região.
“Quem tem destino aos assentamentos Rio Branco, Riozinho próximo ao Sepotuba pelo pé da serra está com o acesso interrompido. Há mais de 500 famílias isoladas. Os únicos acessos ao local são por Tangará, pela Tapira ou por Novo Fernandópolis onde a estrada também está ruim, com poças de lama bastante fundas”, disse Bradock.
Valdeci destaca ainda que já há uma programação da Prefeitura local junto com o Estado para a recuperação de outras pontes que caíram recentemente com as chuvas. “Nós estamos aqui prontos para fazer os reparos nas pontes que caíram antes. Mas como a MT 358 está com problemas, o primeiro passo é liberar a pista para ir para lá. Mas, agora vamos fazer um paliativo para liberar este acesso”, explicou. O trabalho na MT 358 está sendo realizado mesmo com as chuvas que têm sido registradas na região.
Em relação às chuvas registradas nesta 6ª-feira, Bradock disse que eram esperadas e que a região mais afetada foi a área rural. “Esperávamos uma tromba d’água na região, mas não sabíamos onde seria e a zona rural foi bastante afetada”.
EMERGÊNCIA - O prefeito de Nova Olímpia Cristovão Masson decretou estado de emergência no último dia 05 de março por causa do volume de chuvas que caiu na região, o que resultou em queda de pontes, rompimentos de bueiros e outros prejuízos. O decreto 018/2014, foi baseado no parecer técnico da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, relatando a ocorrência deste desastre é favorável à declaração de Situação de Emergência, principalmente com as chuvas do dia 27 de fevereiro que ocasionou prejuízos na zona rural do município com a perca de três pontes no Assentamento Paloma e uma no Assentamento Nova Conquista e ainda um bueiro na estrada de acesso a Serra, além de inúmeros atoleiros, deixando dezenas de pessoas ilhadas. Segundo dados da Defesa Civil, nos últimos meses houve uma precipitação acima de 800 milímetros. Com Assessoria

Assista a propaganda que chocou o mundo: 'Crianças fazendo coisas de adultos'

Um comercial divulgado na TV Mexicana vem causando polêmica. O vídeo mostra crianças vivendo situações de adultos no dia a dia e alerta para o futuro do país.

Assista ao vídeo "Niños haciendo cosas de adultos":


Quatro escândalos que mancharam a imagem da Petrobras

article image
Acordos ruins e má gestão estão prejudicando a maior empresa do país

GIGANTE EM APUROS

Entenda os quatro últimos escândalos que macularam a reputação da presidente e da maior estatal do país

29 de março, 2014
A maré de escândalos em acordo firmados pela Petrobras está prejudicando a imagem da estatal, assim como a da presidente Dilma Rousseff em pleno ano eleitoral. Veja abaixo os quatro escândalos recentes envolvendo a maior empresa do Brasil.
1) Compra da refinaria de Pasadena: antes de ser presidente do Brasil, Dilma Rousseff foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Em 2006, sob sua gestão, a empresa aprovou a compra de uma refinaria em Pasadena, no Texas. A refinaria pertencia à empresa belga Astra Oil, que pagou pouco mais de US$ 42 milhões na compra da refinaria.
A Petrobras comprou da Astra Oil 50% da refinaria por US$ 370 milhões. Posteriormente, a empresa brasileira desembolsou mais US$ 820 milhões pela outra metade da refinaria. No total, a operação custou US$ 1,8 bilhão aos cofres públicos.
2) Refinaria Abreu e Lima: uma parceria entre os governos do Brasil e da Venezuela se transformou em um grande problema para a Petrobras.
Em 2005, Hugo Chávez e Lula firmaram um “contrato de associação” para a construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. A refinaria visava ajudar a refinar e distribuir o petróleo venezuelano para a América do Sul.
O acordo estabelecia que o Brasil garantiria 60% da refinaria, enquanto a petroleira venezuelana PDVSA ficaria com 40%. Porém, o governo venezuelano não cumpriu com a sua parte no acordo. O calote obrigou a Petrobras a bancar sozinha o investimento de mais de U$S 18 bilhões.
3) Suspeita de corrupção: a Petrobras está sendo investigada por suspeita de pagamento de propina a funcionários da petroleira holandesa SMB Offshore.
A denúncia veio à tona em 2012, quando uma auditória interna da SMB Offshore descobriu “indícios de pagamentos impróprios destinados a funcionários públicos”. Na semana passada, parlamentares aprovaram a criação de uma comissão externa que irá até a Holanda acompanhar de perto as investigações.
4) Má gestão: desde que o PT chegou ao poder, em 2003, a Petrobras vem sofrendo com o intervencionismo do governo. As receitas da empresa diminuem cada vez mais por conta da política de fixação de preços.
Além disso, o valor de mercado da Petrobras encolheu drasticamente nos últimos quatro anos. Em 2010, a Petrobras era avaliada em R$ 380,2 bilhões. Este mês está avaliado em R$ 169,9 bilhões.
 
Blogger Templates