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23 de maio de 2014

Rejeição alta e resistente é o problema de Dilma

Na análise do colunista Josias de Souza, o maior problema de Dilma chama-se taxa de rejeição: 33% dos eleitores informaram que não votariam nela de jeito nenhum. É o mesmo percentual que o Ibope havia anotado no mês passado. Quer dizer: para atenuar a aversão que desperta em um terço do eleitorado, Dilma precisa vender sonhos novos, não medo. Para desassossego do petismo, deu-se coisa diferente com Aécio e Campos.

Segundo o Ibope, o índice de rejeição do presidenciável do PSDB caiu em um mês de 25% para 20%. A aversão ao candidato do PSB despencou de 21% para 13%. Aécio e Campos também desfrutaram das janelas abertas no horário nobre da tevê pelas respectivas propagandas partidárias. Aparentemente, uma parte da plateia gostou tanto do que viu que deixou de torcer o nariz para o que não conhecia. Considerando-se que ambos são bem menos manjados do que Dilma, pode-se intuir que têm potencial para crescer mais.
O segundo maior problema de Dilma é a avaliação do governo dela. Cresceu o percentual dos que consideram a atual administração federal ruim ou péssima: 33%. É coisa jamais vista. Na outra ponta, somam 35% os que avaliam o governo como ótimo ou bom. Mais um pouco e as curvas se cruzam.

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