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17 de junho de 2014

Já são três as mortes por H1N1 em Tangará da Serra; Duas pessoas morreram no final de semana


O vírus da gripe H1N1 fez mais duas vítimas em Tangará da Serra neste final de semana. A primeira, Lucilene Rocha, 39, moradora do Residencial Dona Júlia, faleceu por voltas das 5h da sexta-feira (13). Vinte e cinco horas depois, às 6h do sábado (14), Anjura, 44, moradora do Residencial Bela Vista também falecia. As duas estavam na UTI do Hospital das Clínicas desde o dia 31 de maio.

Conforme dados da Vigilância Epidemiológica do município, os casos haviam sido notificados e foram confirmados, bem como ocorreu com o caso do vereador Odair José da Silva Dias, primeiro tangaraense a morrer vitimado pela doença.

No decorrer da internação desses pacientes, houve fatores complicativos. Odair tinha uma alergia há tempos. Lucilene tinha diabetes e problemas cardíacos. Quando a Anjura, houve paralisia da função renal. A moradora do Bela Vista chegou a ter melhoras no estado geral de saúde, conforme explicaram amigos da paciente, mas neste final de semana o estado agravou-se e a paciente não aguentou.

Anjura foi velada ainda no sábado na Associação de Moradores do Bela Vista, que ajudou a construir, e  foi sepultada em Cuiabá. O médico intensivista Maurício Pereira, que deu os primeiros atendimentos ao vereador Odair José, cedeu entrevista ao vivo no programa ‘Tangará Verdade’ para falar sobre a doença e os cuidados que todos devemos tomar para não sermos contaminados pelo vírus H1N1.

Cuidados e Sintomas – Entre os cuidados está lavar as mãos a maior quantidade de vezes possível e, quando for tossir, levar a boca em direção à axila, evitando colocar a mão à frente para proteger, caso contrário, as mãos serão contaminadas e disseminadoras do vírus.

O médico também explicou os sintomas iniciais, tais como dores no peito e falta de ar, bem como febre alta e alertou que, ao se notar os primeiros sinais, é necessário que o paciente seja socorrido e medicado o mais rápido possível para evitar o avanço do vírus e uma evolução negativa, como já ocorre em Tangará, tendo levado três pessoas a óbito.

Vacinação – O período de vacinação terminou na sexta-feira (13). Conforme o Dr. Maurício Pereira explicou, este ano especificamente a campanha foi tardia. Segundo o médico, a campanha teria que ter começado nas primeiras semanas de abril, mas foi protelada para o final de maio, o que resultou no aparecimento de vários casos em Mato Grosso.


Ele ainda salientou que o período para que a vacina imunize o paciente é de cerca de três semanas após sua aplicação e que o vírus atenuado não provoca gripe e, ainda, evita que os piores tipos da doença (vírus) se apresentem na pessoa que foi imunizada; caso da chamada gripe suína, provocada pelo vírus H1N1. Rádio Tangará

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